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Pré-convocado por Ancelotti, Juba mira reação do Bahia na Copa do Brasil

Tricolor precisa reverter desvantagem de dois gols contra o Remo para avançar de fase

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Luciano Juba, do Bahia, durante entrevista coletiva
Luciano Juba, do Bahia, durante entrevista coletiva • Catarina Brandão/EC Bahia

O lateral-esquerdo Luciano Juba vive um dos momentos mais relevantes da carreira. Um dos 55 atletas pré-convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para a disputa da Copa do Mundo, o jogador do Bahia destacou a importância do reconhecimento em meio à boa fase individual.

Ao comentar a possibilidade de estar na lista final da Seleção Brasileira, Luciano Juba ressaltou a forte concorrência, mas celebrou o fato de já estar entre os nomes observados pela comissão técnica.

“Chegar a esse ponto de ser cogitado para uma Copa do Mundo é muito importante na carreira de um jogador. A gente sabe da qualidade dos jogadores que nossa Seleção tem, os nomes cogitados”, afirmou.

Só de estar no meio desses jogadores é muito importante para a carreira. Tenho que dar o meu máximo aqui para ir para a Seleção mais uma vez

Luciano Juba, lateral-esquerdo do Bahia

Artilheiro do Tricolor em 2026, ao lado de Willian José, com oito gols marcados, Juba também é uma das principais esperanças da equipe para a decisão diante do Remo, nesta quarta-feira (13), às 21h30 (de Brasília), no Mangueirão, em Belém, pelo jogo de volta da 5ª fase da Copa do Brasil.

Após perder a partida de ida por 3 a 1, em Salvador, o Bahia precisa vencer por pelo menos três gols de diferença para garantir classificação às oitavas de final. Caso devolva a diferença de dois gols, a vaga será decidida nos pênaltis.

Apesar da fase positiva individual, o jogador reconheceu o momento delicado vivido pelo Bahia. O time comandado por Rogério Ceni não vence há cinco partidas e chega pressionado para o confronto eliminatório fora de casa.

“Muito feliz pelo momento que estou vivendo, sendo cogitado de ir para a Seleção. Infelizmente a gente está passando por um momento difícil, não queria estar passando por isso”, disse.

“Para conseguir mudar tudo isso é só com o trabalho. Até como o professor Rogério (Ceni) fala, se a gente chegar cabisbaixo, fazer as coisas de qualquer jeito e não se entregar ao máximo, não vai conseguir reverter isso. Temos que seguir firmes e trabalhando”, concluiu.

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Lincoln Oriaj é correspondente da Itatiaia em Salvador e cobre o futebol do Nordeste. Antes da Itatiaia, fez a ASCOM do Botafogo/BA e colaborou em TVE, ge.globo e Jornal A TARDE.

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