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Conheça o atacante paraguaio que é o coringa do ataque do Ceará

Antonio Galeano já jogou pelo São Paulo e começa temporada de 2025 como titular do técnico Léo Condé

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Antonio Galeano em sua apresentação como jogador do Ceará • Gledson Jorge/Ceará SC

Antonio Galeano, de 24 anos, é um dos 15 reforços contratados (até agora) pelo Ceará para 2025. E com as saídas de atacantes importantes, como Saulo Mineiro e Erick Pulga, negociados, o paraguaio começou a temporada como titular do técnico Léo Condé.

Um dos motivos é a versatilidade. Galeano pode jogar em várias funções ofensivas, algo que agrada a Condé.

"Eu já joguei de ponta-esquerda, de ponta-direita, de ala, de "falso" nove também. Se o treinador falar para eu jogar nessas posições, não tenho problema algum. Sou guerreiro, de correr o campo todo. Estou à disposição do treinador na posição que ele quiser me colocar", disse Galeano em entrevista coletiva.

O jogador foi emprestado até o final de 2025 pelo Cerro Porteño-PAR, clube com o qual tem contrato até o fim de 2026. O Ceará precisou desembolsar US$ 230 mil (R$ 1,4 milhão) para liberá-lo do Nacional de Montevidéu, que o tinha sob contrato de empréstimo até dezembro deste ano. O Nacional manteve 25% dos direitos econômicos.

Galeano tem um compatriota no elenco do Ceará, o meia Jorge Recalde, que chegou ao Vozão em 2024 e ajudou no título do Cearense e na campanha do acesso para a Série A. Eles não se conheciam.

"O Recalde, eu não falava muito com ele. O conhecia porque jogava no Paraguai, mas nunca conversamos antes. Quando cheguei foi muito bom. Ele me ajudou a escolher um lugar para morar e me explicou algumas coisas sobre aqui. Somos parceiros”, disse Galeano.

Revelado pelo pequeno Rubio Ñu, do Paraguai, Galeano foi emprestado em 2020 ao São Paulo. Foram duas temporadas pelo Tricolor paulista, com 29 jogos e 1 gol.

De volta ao Rubio, Galeano foi comprado em 2022 pelo Cerro e em 2023 emprestado ao Nacional, que comprou parte de seus direitos econômicos. Na equipe uruguaia foram 56 partidas e oito gols.

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Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.

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