Xodó da torcida do Vasco, Paulinho recorda grave lesão e projeta 2025
Meia era um dos destaque do Cruzmaltino quando teve que passar por operação após grave lesão no começo da temporada passada

Ao superar o problema, o camisa 18 enxerga em 2025 a chance de voltar a mostrar o melhor futebol que o credenciou a ser um dos destaques do time no ano anterior.
“A expectativa tem que ser a melhor possível. Temos um grande ano pela frente. Temos quatro competições pela frente. O nosso objetivo é sempre fazer um grande ano. Eu, particularmente, pedi até para voltar mais cedo porque perdi a temporada passada toda. Só consegui jogar dois jogos, um dez e outro 20 minutos. É importante para mim ganhar ritmo, ainda estou um pouco sem ritmo pelo tempo que fiquei fora. Pedi para treinar mais cedo para ganhar forma o mais rápido possível”, celebrou.
Apoio da torcida
E foi justamente o carinho da torcida do Vasco que fez o jogador não se entregar e seguir forte para corresponder à altura. Em pouco tempo de clube, Paulinho se tornou um dos principais nomes do elenco cruzmaltino.
“- Agradeço o carinho e o respeito que eles têm por mim. Eu me cobro muito. Sempre falo para minha família: "a torcida do Vasco é diferente". Ela me apoiou de uma forma incrível quando eu me lesionei. Eu fiquei com aquilo guardado para mim porque foi o momento mais difícil da minha carreira. O que eu disse para minha é que eu vou dar o meu melhor esse ano dentro de campo para tentar retribuir o carinho que eles têm por mim”, agradeceu.
A equipe principal do Vasco só deve estrear a partir do dia 23 de janeiro, no duelo diante do Madureira, em São Januário, pelo Campeonato Carioca. Este jogo deve marcar também o primeiro do camisa 18 em 2025.
O time alternativo já entra em campo neste sábado (11), às 16h30 (de Brasília) contra o Nova Iguaçu, também em São Januário, comandados pelo técnico do time Sub-20, Ramón Lima.
Veja outro trechos da entrevista do jogador
Responsabilidade de jogar no Vasco
“A responsabilidade a gente sempre vai ter porque a camisa é muito pesada. O Vasco é muito grande, onde já passaram grandes jogadores, grandes ídolos. A responsabilidade sempre vai existir. A gente tem que estar preparado para isso. A camisa é muito grande, então temos que trabalhar no dia a dia, fazer o nosso papel e o nosso melhor possível”.
O dia da lesão
“A notícia mais ruim que eu pude receber. Esperava que fosse uma coisa que não fosse dessa gravidade, de ficar quase um ano parado. Quando aconteceu aquilo ali, eu estava no vestiário com muita dor ainda. Fui para o hotel, só que não pude fazer o exame no mesmo dia. O doutor marcou para o dia seguinte, fui pela manhã fazer ressonância. Em 15, 20 minutos, saiu o resultado e deu ligamento cruzado. Foi o dia mais triste da minha vida”.
Novo Paulinho?
“Para mim, foi difícil. Foi no segundo jogo da temporada. Tive a infelicidade de ter a lesão no joelho. Sofri muito por não estar em campo, não poder ajudar o clube e meus companheiros. A lesão me ensinou muita coisa ao longo desse tempo. Hoje, vejo um Paulinho um pouco mais maduro, com mais ambição de querer vencer, de querer estar em campo e ajudar os companheiros. O que eu pedi esse ano é que as coisas possam correr bem. Pedi a Deus saúde, prosperidade, e que eu possa me preparar ao máximo para ajudar o clube, que é o mais importante”.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



