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Vexame do Vasco na Venezuela tem sequência de recordes negativos do clube

Além disso, Cruzmaltino segue sem nunca ter vencido fora do Brasil pela Copa Sul-Americana em toda a história

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Vasco viveu noite constrangedora na Venezuela diante do Puerto Cabello • Matheus Lima/Vasco

Apenas em 1980, diante do Deportivo Galícia, e em 2020, contra o Caracas, foram dois empates. Diante de um time venezuelano, mesmo jogando na casa do adversário, a equipe carioca nunca tinha sofrido gols.

"A parte tática do Puerto Cabello, a gente já sabia a maneira que a equipe se comportava aqui dentro da sua casa, pressionando o adversário. Foram muito mais os erros individuais e a atitude da nossa equipe acabaram prejudicam e foram fatores primordiais para o resultado. Só gostaria de pedir desculpas ao nosso torcedor. Nós, como comissão, jogadores, temos culpa", tentou justificar o técnico interino, Felipe.

Os quatro gols do Puerto Cabello foram o dobro do que o Cruzmaltino tinha tomado em toda a história. Nos nove jogos anteriores, apenas o Deportivo Táchira, na Copa Libertadores de 2001 , tinha feito dois gols em São Januário. O Vasco venceu por 3 a 2 a partida.

No primeiro jogo entre Vasco e Puerto Cabello, o Cruzmaltino venceu por 1 a 0 e viu o goleiro Romero ser o grande destaque da partida. Os venezuelanos jogaram pela quarta vez contra um brasileiro e venceram a primeira. Antes eram duas derrotas para o São Paulo e uma para o time carioca.

Nenhuma vitória como visitante

A goleada sofrida manteve o pífio desempenho do Vasco fora do Brasil pela Copa Sul-Americana. A equipe nunca venceu longe do Brasil no torneio. A única vitória fora do Rio de Janeiro foi contra o Athletico-PR, em Curitiba.

Com a derrota, o Cruzmaltino chega a 11 derrotas em 16 jogos, além de quatro empates. O próximo desafio no torneio, para se manter vivo, é fora de casa.

Ou seja, para continuar com chances de classificação, o Vasco tem a obrigação de vencer o Lanús, na Argentina, na terça-feira (13), às 21h30 (de Brasília), para chegar aos mesmo oito pontos do rival. A situação é delicada para o Cruzmaltino no torneio.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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