Entenda como está a reforma do Centro de Treinamento do Vasco
Presidente do associativo, Pedrinho, afirmou que a SAF tem obrigação de fazer a reestruturação, enquanto lado da empresa entende que o terreno é com a clube

A disputa nos bastidores entre a SAF do Vasco e o clube associativo ganhou novos capítulos dentro de São Januário. O novo assunto em pauta é a questão da reestruturação do Centro de Treinamento Moacyr Barbosa.
Quando questionado sobre a reestruturação, Pedrinho alfinetou a 777 Partners pela demora em iniciar o processo no CT Moacyr Barbosa. Ele ainda afirmou que nunca esteve lá em seus 60 dias de gestão.
“Tenho que ter cuidado ao falar sobre o Centro de Treinamento. O contrato já chegou e foi feito pela gestão passada. O terreno vai ser eternamente da Prefeitura, se não me engano são 25 + 25 anos de aluguel. Pelo que a gente sabe, é obrigação da SAF fazer a reestruturação. Não sei se posso falar. Mas, na nossa visão, tendo o contrato feito, estamos apenas cumprindo o que foi feito no contrato pela gestão anterior. Não depende de mim, depende deles. Já era para ter começado”, comentou o dirigente.
Quais as obrigações da SAF?
A SAF reconhece a obrigação em investir no CT e melhorar as condições do mesmo, algo que está sendo feito. Recentemente, uma nova sala para o técnico Ramón Díaz e sua comissão foi construída. Um novo espaço para receber a imprensa também está no cronograma.
As reformas e o aporte serão feitos no CT da base e profissional. Outra melhoria feita é que os jogadores possuem, no local, um refeitório próprio. A 777 Partners também investiu em equipamentos na academia, conforme previsto.
Por que o investimento no CT ainda não é maior?
Para aumentar o investimento, a SAF espera a segurança jurídica, que consiste na transferência do terreno do associativo para a 777 Partners. Ou seja, o clube precisa buscar essa resolução para destravar os investimentos com a SAF controlando o terreno.
Para investir os R$ 20 milhões que são destinados para o CT Moacyr Barbosa, a SAF quer o controle do terreno e para isso precisa que a Prefeitura, que foi quem cedeu o espaço para o Vasco associativo, passe o controle para a empresa norte-americana.
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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



