Empréstimo do Vasco com a Crefisa ganha outros termos; entenda
Clube pegou adiantamento com empresa que pertence à presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e colocou SAF como garantia

O clube ressalta que essas ações estão registradas no ativo não circulante da associação, motivo pelo qual a operação requer autorização judicial, conforme previsto no artigo 69-A da Lei de Recuperação Judicial.
Para definir a parceria com a Crefisa, o clube realizou uma espécie de concorrência entre as instituições financeiras. O dinheiro será destinado ao custeio de despesas correntes, como salários, pagamentos a fornecedores estratégicos e obrigações trabalhistas e fiscais.
“Com isso, a garantia a ser oferecida ao financiamento pretendido pelas RECUPERANDAS corresponderá à constituição de alienação fiduciária de 10.000 (dez mil) ações ordinárias de classe A, livres e desembaraçadas, de propriedade do CRVG, representativas de 10% (dez por cento) do capital social da VASCO SAF. As referidas ações integram o ativo não circulante do CRVG, razão pela qual a constituição da garantia requer autorização judicial, nos termos do art. 69-A da Lei nº 11.101/2005", explicou o Vasco em nota.
Vale lembrar que a Crefisa possui como uma das proprietárias a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Desde que chegou ao cargo no Vasco, Pedrinho tem se aproximado da empresa e da mandatária do time paulista.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



