Díaz, do Vasco, cita Boca x River e reforça importância de vitória: ‘Vida ou morte’
Auxiliar e filho de Ramón Díaz, Emiliano destaca mentalidade do grupo e da comissão técnica após triunfo sobre o Botafogo

O Vasco foi ao Estádio Nilton Santos e venceu o clássico contra o Botafogo, neste domingo (18), de forma convincente. Após a partida pelo Campeonato Carioca, o auxiliar técnico Emiliano Díaz reforçou a importância de ganhar os clássicos, citando o principal jogo da Argentina: Boca Juniors e River Plate, onde trabalhou com seu pai, Ramón, atual treinador do Cruzmaltino.
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“Sempre falamos o mesmo tanto com Ramón quanto o grupo: clássico é vida ou morte. Pode não jogar tão bem, mas sabe que tem que lutar. Viemos de uma escola de River x Boca, onde perde e morre. Essa mentalidade que o grupo está adquirindo. E seguimos lutando, vamos seguir até o final”, afirmou Emiliano Díaz.
Com o resultado deste domingo (18), o Vasco entrou na zona de classificação para as semifinais do Campeonato Carioca a duas rodadas do fim da TG. O time volta a campo no sábado (24), contra o Volta Redonda.
Confira, abaixo, outras respostas de Emiliano Díaz após a vitória do Vasco:
Avaliação da partida
“Nós sempre falamos que nos primeiros 15 minutos quando se joga no sintético, até que você começa a conhecer o gramado, fica muito difícil. O mesmo aconteceu com o (Athletico) Paranaense, com o Palmeiras... Neste tipo de gramado os primeiros 15 minutos são muito difíceis. Depois o time entendeu como tem que jogar, começamos a faezr a strocas de coberturas muito bem e acho que não sofremos. Sabíamos que era um time muito bom e não ia ser fácil, mas outra vez o grupo botou a cara e respondeu, isso é o que mais nos deixa orgulhosos.”
Jogo de tantos gols
“Houve situações porque são dois times que querem atacar. As transições rápidas do Botafogo creio que são as mais difíceis do futebol brasileiro. E hoje era tratar de não dar espaços para fazerem essas transições rápidas. Nos primeiros 15 minutos nos custou um pouco, mas depois o time respondeu, se acomodou, e graças a Deus não tivemos tantas dificuldades.”
Arbitragem do clássico
“Desculpa, mas o que eu tinha para falar do árbitro já falei. Não gosto de falar dessa forma, mas estava muito chateado. Hoje não temos que falar do árbitro. Hoje acho que passou despercebido e isso para o futebol brasileiro é muito bom. Fez um grande trabalho, parabenizá-lo porque isso é o correto.”
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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.



