Itatiaia

Admar Lopes explica planejamento por reforços no ataque do Vasco

Clube tem como opção - após negativa de Richarlison - jogadores que estejam sem contrato antes do fechamento da janela

PorRio de Janeiro (RJ)
Brenner vibra com a classificação do Vasco na Copa do Brasil
Brenner é o reforço caseiro do Vasco • Matheus Lima/Vasco

O Vasco concentrou todas suas forças antes do fechamento da janela, no dia 11, na contratação de Richarlison, do Tottenham-ING, mas o negócio não avançou. Agora, apenas com opções livres no mercado, a direção já bateu o martelo.

O diretor de futebol, Admar Lopes, explicou as futuras movimentações do Vasco no mercado e deixou claro que não irá buscar novos jogadores para o elenco.

“O Richarlison era o jogador que o Vasco considerava capaz de elevar de forma significativa o nível do ataque. Porém, depois de não conseguir concluir a operação, a diretoria decidiu não buscar outro nome apenas para preencher a posição”, disse, completando:

“Nós decidimos organizar desta maneira: relançar e dar confiança aos nossos jogadores, tentar recuperar alguns e trazer os jogadores que acreditamos que queiram vir e que acrescentem. Foi o caso dos dois jogadores referidos, juntamente com os outros que chegaram”, explicou Admar.

Além disso, ele garantiu que o principal reforço já está dentro do elenco: Brenner. O jogador se recupera de lesão e logo estará à disposição de Pedro Emanuel.

“Trazer um jogador sem ritmo, nesse momento... Para colocá-lo em forma, com confiança, é um esforço financeiro. O treinador está satisfeito com os jogadores ofensivos que têm e que pode extrair ainda mais de alguns jogadores que aqui estão. O grande reforço ofensivo desse final de temporada vai se chamar Brenner”, comentou.

Admar ainda fez questão de explicar o motivo para não buscar atletas sem contrato nesta altura da temporada.

"Fizemos essa reflexão depois da negociação com o Richarlison. Avaliamos várias questões. A primeira é que grande parte desses jogadores disponíveis são veteranos e não competem desde maio. O futebol brasileiro, com desgaste de viagem e a intensidade dos jogos, exige preparação. E faltam três meses de competição", finalizou.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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