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Fluminense se apega a histórico contra brasileiros para sonhar na Libertadores

Tricolor foi eliminado somente uma vez contra times do Brasil e espera reverter diante do Palmeiras, mesmo com partida fora de casa; equipe já eliminou São Paulo e o Internacional no torneio

Por, Rio de Janeiro (RJ)
Fluminense perdeu para o Palmeiras em casa
Fluminense aposta em bom desempenho contra brasileiros por vaga • Marcelo Gonçalves / Fluminense

A derrota para o Palmeiras não impede o Fluminense de sonhar na Copa Libertadores. O clube carioca busca ampliar uma estatística altamente positiva no torneio continental: desde a sua estreia, em 1971, o Tricolor enfrentou rivais nacionais em cinco fases de mata-mata, obtendo êxito na passagem de fase em quatro ocasiões.

Para se classificar agora, o Tricolor precisa vencer por dois ou mais gols de diferença na quarta-feira (21), no Nubank Parque, às 21h30 (de Brasília). Se vencer por um gol, o duelo vai para os pênaltis.

Pelo itinerário tricolor na competição, já figuraram confrontos decisivos contra São Paulo, Internacional (em duas oportunidades), Grêmio e Atlético. Somente o esquadrão mineiro logrou superar a equipe das Laranjeiras, em embate válido pela edição de 2024.

Esses embates acumulados ao longo das décadas ajudaram a esculpir capítulos marcantes na trajetória internacional do clube. O marco inicial em duelos eliminatórios diante de patrícios ocorreu contra o São Paulo, sacramentado pelo antológico gol de cabeça de Washington nos instantes derradeiros da partida.

No cômputo geral, o Fluminense contabiliza 17 exibições contra oponentes do próprio país na Libertadores, somando também as disputas na fase de grupos.

O próprio Palmeiras já mediu forças com os cariocas no torneio ainda em 1971, ano em que cada lado venceu um duelo. O retrospecto global reflete o equilíbrio dessas batalhas domésticas na América do Sul: são seis vitórias para cada lado e cinco igualdades no placar.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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