O Peñarol-URU oficializou
Sem poder escalar o atleta agora, o Tricolor exige que o Peñarol pague os salários do jogador até que ele se recupere. Os uruguaios ainda não responderam à solicitação.
O Fluminense definiu que o tratamento de David Terans será realizado no Brasil, sob supervisão de seu próprio departamento médico. Após avaliação, o clube estabeleceu um plano de recuperação de dois meses para que o meia tenha condições de voltar a atuar.
O impasse agora é financeiro: como a lesão ocorreu durante o empréstimo ao Peñarol, o Fluminense exige que o clube uruguaio arque com os salários do jogador durante esse período de tratamento.
O Tricolor entende que, legalmente, o clube de destino é responsável pelo atleta até sua plena recuperação, e busca esse ressarcimento para evitar prejuízos enquanto recupera o ativo em suas dependências.
Entenda o caso
O Peñarol tinha cláusula de renovação do empréstimo já que o uruguaio estava lesionado e se trataria no clube de Montevidéu. O período mínimo de um contrato de extensão é de três meses.
De acordo com a legislação esportiva vigente, clubes são obrigados a renovar o vínculo contratual de atletas lesionados pelo período necessário à sua plena recuperação.
Em contextos de empréstimo, essa regra impõe a assinatura de uma extensão contratual, o que impede, legalmente, que Terans seja devolvido ao Fluminense antes de estar totalmente recuperado.