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Fernando Diniz tem duas dúvidas para o Fla-Flu decisivo

Após chegar ao quarto jogo seguido sem vitória, Tricolor tem chance de se reabilitar pela Copa do Brasil

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Fluminense vive momento ruim na temporada
Fluminense vive momento ruim na temporada • Marcelo Gonçalves/FFC

O Fluminense não sabe o que é vencer - nem marcar - há quatro jogos na temporada. E na quinta-feira (1), às 20h (de Brasília), tem um importante jogo pelo Copa do Brasil, diante do Flamengo. E o técnico Fernando Diniz tem duas dúvidas para o confronto.

O lateral-esquerdo Marcelo, que deixou o primeiro confronto com dores, vem trabalhando para estar recuperado para o decisivo Fla-Flu. Já Keno não atua há mais tempo, mas também tem trabalhado paara estar à disposição de Diniz.

Se não puder contar com a dupla, Guga deve ser mantido na esquerda, com Samuel Xavier na direita. Enquanto no ataque, Arias deve ser adiantado e o coringa Lima será titular.

Contudo, a ausência de Alexsander também gera dúvidas de como Fernando Diniz vai escalar a equipe. A tendência é Martinelli formar dupla de volantes com André. Thiago Santos é outra opção para começar.

Se Keno tiver condições, Arias recua para o meio de campo e Lima atuará como segundo volante, ao lado de Paulo Henrique Ganso, completando o meio de campo. Desfalque confirmado é Felipe Melo, expulso no primeiro jogo. Manoel começa ao lado de Nino, na zaga.

Comissão técnica projeta o clássico

O auxiliar técnico de Fernando Diniz, Eduardo Barros, que comandou a equipe na derrota contra o Corinthians, no domingo (28), falou que a chave do Fluminense será virada para o clássico.

"Então página virada, o resultado foi ruim, o desempenho tem muita coisa positiva. Quinta-feira é outra história. Ainda será um pedaço dessa história muito bonita que o Fluminense tem construído em toda a temporada", afirmou Barros.

A declaração do auxiliar, passa pela delicada fase que o Tricolor vive nos últimos jogos e terá o difícil clássico pelo caminho. O Fluminense, no Brasileiro, soma 13 pontos em oito partidas.

"A lição é a seguinte: se a gente está superior ao adversário e por algum motivo, que nós não controlamos, não conseguiu sair à frente do placar, tem que garantir ao menos um ponto. Tem que sustentar o resultado e levar pelo menos o empate", disse após o revés.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.