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Diniz conta como trabalhar o psicológico do Fluminense para final da Libertadores

Após eliminar o Internacional, no Beira-Rio, Tricolor fez partida muito ruim contra o Botafogo pela Série A do Brasileiro

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Fernando Diniz reconheceu a superioridade do Botafogo diante do Fluminense
Fernando Diniz reconheceu a superioridade do Botafogo diante do Fluminense • Marcelo Gonçalves/FFC

Nem de perto o Fluminense foi o time que eliminou o Internacional, na última quarta (4), em pleno Beira-Rio, neste domingo (8), diante do Botafogo. A equipe fez um clássico muito abaixo e foi presa fácil para o Glorioso, líder da Série A do Campeonato Brasileiro, que venceu por 2 a 0. E o técnico Fernando Diniz contou como manter a cabeça no lugar.

O confronto com o Glorioso praticamente extinguiu qualquer sonho remoto do Flu de buscar o tíitulo brasileiro. Se vencesse, o Tricolor ficaria há oito pontos do rival, mas como foi derrotado, a distância abriu para 14 pontos. Agora, o foco é total na final da Libertadores dia 4 de novembro, diante do Boca Juniors-ARG. E como trabalhar o mental? Diniz revela.

"Vamos tratar com a maior simplicidade do mundo porque não tem mágica. Vamos continuar trabalhando do jeito que trabalhamos: melhor possível todos os dias. É a melhor maneira de chegar. Não tem nada específico e se precisar poupar, vamos poupar", comentou o técnico.

Mesmo assim, o comandante não escondeu que todo elenco, inclusive ele, estão ansiosos para o jogo que pode ser o mais importante da história da equipe, o que atrapalha um pouco na sequência na Série A do Brasileiro.

"Vamos seguir com o que sempre fizemos. A ansiedade que tem no torcedor e na gente é algo que só conseguimos focando no dia a dia. Até dia 4 temos que focar no dia a dia", finalizou.

O Fluminense volta a campo no dia 19, quando recebe o Corinthians, no Maracanã. Mesmo focado no título continental, o Tricolor não pode se descuidar para - em caso de derrota na decisão - confirmar uma vaga na próxima Copa Libertadores via Brasileirão.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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