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Jardim elogia, mas explica poucos minutos de meia do Flamengo: 'Dificuldades'

Treinador rubro-negro celebra a fartura de opções no elenco, e explica utilização de estrangeiro

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Leonardo Jardim, técnico do Flamengo
Leonardo Jardim, técnico do Flamengo • Gilvan de Souza/Flamengo

Quando contratado pelo Flamengo, em 2024, De la Cruz tinha sobre si grande expectativa. Só que nem o tempo fez o uruguaio se consolidar com maior protagonismo. Mas para o técnico Leonardo Jardim, as dificuldades físicas do meio-campista não o impedem de demonstrar a qualidade nas partidas, como contra o Estudiantes, na última quarta-feira.

"Eu acho que ele é um coringa do meio-campo. Tem boa relação com a bola, sabe jogar. Sabe ser mais recuado, sabe jogar mais avançado... temos muita gente para a mesma posição. Ele é um jogador que tem dificuldades físicas, então não é fácil jogar muitos jogos. Hoje ele entrou muito bem", afirmou o treinador, antes de completar:

"Tive uma conversa com os médicos e ele está sempre disponível em treinos. Não dá para jogar todos os jogadores em todos os jogos. Hoje o Bruno Henrique, com 70 minutos, teve que sair. Alguns atletas têm problemas físicos. Com muitos jogos em sequência a gente pode ter algumas dificuldades. Por isso temos que fazer uma gestão."

A fartura de opções, citada pelo treinador, se apresenta também na polivalência dos jogadores que ele têm para escalar.

"O Paquetá pode ser segundo volante, pode ser um terceiro homem - como quando jogamos contra o Cusco, com um tripé no meio. Hoje (última quarta-feira) eu precisava de uma pressão mais alta. O importante é ter soluções, e o Paquetá faz isso (pressão alta). Pode jogar por fora, como 10, como 8... Mas temos também o Jorginho, podem dividir funções. Vamos dar respostas conforme as nossas necessidades."

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Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.

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