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Filipe Luís avalia chegada de Ancelotti na Seleção: 'Temos muito a aprender'

Após vitória sobre a LDU, treinador rubro-negra justifica ausência do camisa 9 entre os titulares

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Filipe Luís: o treinador está no comando do Flamengo desde setembro de 2024
Filipe Luís: o treinador está no comando do Flamengo desde setembro de 2024

Filipe Luís ainda é um treinador em início de carreira, mas viveu trajetória de sucesso no futebol europeu como lateral-esquerdo. Na Espanha, defendendo o Atlético de Madrid, foi rival de Carlo Ancelotti, técnico histórico do Real Madrid e confirmado como novo treinador da Seleção Brasileira a partir de junho. Para Filipe Luís, é uma escolha acertada.

“Primeiro, dar as boas-vindas. Quando era jogador, jogamos várias vezes contra. Nos ganhou ima final da Champions. Vem com todo respaldo para tomar todas decisões que precisar e que queira tomar. Não podemos nos enganar. O melhor futebol está lá. Os melhores jogadores. As melhores competições. Os melhores treinadores. Essa é a verdade. Nós temos muito o que aprender com o futebol europeu”, avaliou.

O acerto com a Seleção Brasileira

Carlo Ancelotti foi anunciado oficialmente como novo treinador da Seleção Brasileira na última segunda-feira (12), com contrato válido até a Copa do Mundo de 2026, que será disputada em Estados Unidos, México e Canadá.

Com estreia marcada para o dia 5 de junho, contra o Equador, pelas Eliminatórias, o técnico italiano tem pela frente uma missão que vai muito além de devolver protagonismo à Amarelinha: ele precisa quebrar um tabu histórico se quiser levantar a taça mais cobiçada do futebol mundial.

O desafio de Carlo Ancelotti

Aos 65 anos, e prestes a completar 66 no dia 10 de junho, quando o Brasil encara o Paraguai na Neo Química Arena, Ancelotti chega com o respaldo de um currículo recheado. Multicampeão por clubes como Milan e Real Madrid, o italiano é o treinador mais vitorioso da história da Champions League.

Mas, mesmo com toda essa bagagem, o desafio que tem à frente é inédito: vencer uma Copa do Mundo como estrangeiro. Para isso, Ancelotti terá de não apenas implantar sua filosofia e liderar uma renovação no elenco da Seleção, mas também superar um padrão histórico que até hoje ninguém conseguiu quebrar.

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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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