Técnico do Botafogo dispara contra arbitragem no clássico contra o Vasco
Treinador reclamou de lance de Hugo Moura, ainda no primeiro tempo, por entrada violenta em Tchê Tchê; árbitro sequer deu cartão amarelo

O técnico do Botafogo, Artur Jorge, reclamou muito da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Vasco, neste sábado (29), em São Januário, pela 13ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Para ele, Ramón Abel Abati errou em lance crucial.
“Foi uma entrada violenta (no Tchê Tchê), e o VAR tem que intervir. Isso é criticar e ficar insatisfeito com momentos de jogo que condicionam e alteram. Podem passar impunes numa situação que aconteceu pela segunda vez. Com a imagem parada, o jogo parou, e eu já vi a imagem. É por demais evidente que não pode passar impune uma entrada daquelas, como já aconteceu frente ao Fluminense na nossa casa, no primeiro tempo também”, comentou.
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Empate
“O resultado em si, sendo um ponto somado, não é um resultado que nos agrada. Volto a dizer, que hoje, a classificação das suas equipes tendo em conta que é um clássico, pouca diferença tem, por que são equipes que sempre vão buscar a vitória, portanto o favoritismo desaparece, e naturalmente a ansiedade de dar tudo em campo para superar o rival. Hoje não conseguimos o nosso objetivo, que são os três pontos, levamos um ponto, mais um ponto em nossa caminhada e no final faremos as contas”.
Gols de bola parada
“É mais uma ferramenta, porque você sabe que hoje nós temos um Brasileirão muito equilibrado, com boas equipes Temos que estar sempre à procura de argumentos para poder ser superior ao adversário. Uma das ferramentas é exatamente essa, a questão das bolas paradas, que tenha resultado ofensivamente. Temos trabalhado bastante aquilo que é o método defensivo, porque são dois momentos muito específicos. Muito próximos da nossa área, onde normalmente existe muita gente dentro da área. É importante que possamos continuar a trabalhar e a conseguir ter, acima de tudo, sucesso, porque nem sempre esse sucesso chega. É mais uma ferramenta. Tudo é conta, tudo é detalhe, tudo é importante naquilo que é a busca do resultado”.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



