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Segovinha e outros emprestados ao Molenbeek têm futuros incertos no Botafogo

Molenbeek, clube belga que pertence a Eagle Football Holdings, foi rebaixado para a segunda divisão do país no último fim de semana

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Matías Segovia, o Segovinha, é um dos xodós da torcida do Botafogo
Segovinha, do Botafogo, foi emprestado ao Molenbeek e tem futuro indefinido a partir de junho • Vítor Silva/Botafogo

A derrota para o Eupen-BEL, no sábado (11), selou o rebaixamento do Molenbeek para a segunda divisão da Bélgica. Com isto, o clube encerra a temporada de 2023/24 e os jogadores emprestados pelo Botafogo têm futuro incerto para o segundo semestre. São os casos de Segovinha, Philipe Sampaio e Carlos Alberto.

O Molenbeek faz parte da Eagle Football Holding, de propriedade de John Textor, assim como Botafogo, Lyon, da França, e Crystal Palace, da Inglaterra, entre outros. Desde o início da SAF alvinegra, em 2022, o clube belga tem recebido uma série de atletas por empréstimo.

Outros empréstimos perto do fim

Além dos atletas emprestados ao Molenbeek, outros jogadores do Botafogo estão cedidos até 30 de junho de 2024: Daniel Borges (América), Gustavo Sauer (Rizespor, da Turquia), Lucas Mezenga (Tondela, de Portugal), Vinícius Lopes (Santa Clara, de Portugal).

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Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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