Mural em homenagem a Luiz Henrique vira atração para torcida do Botafogo: 'Ele merece'
Rei da América em 2024, atacante é homenageado no entorno do Estádio Nilton Santos

Rei da América em 2024, Luiz Henrique entrou para a história do Botafogo sendo decisivo nos títulos da Libertadores e do Brasileirão. Agora, o atacante também está eternizado no Nilton Santos: o camisa 7 foi homenageado com um mural no entorno da casa alvinegra.
Localizado próximo à rampa de acesso à Estação Olímpica de Engenho de Dentro, entre os setores Oeste e Sul do estádio, o mural retrata Luiz Henrique fazendo a comemoração do "Pantera Negra", com os dois braços cruzados, e com a coroa de Rei da América.
Inaugurada neste mês, o local virou atração para os botafoguenses que viram a arte pela primeira vez no clássico com o Vasco, na última quarta-feira (5), pelo Brasileirão.
- Montoro volta a treinar em campo e avança em recuperação no Botafogo
- Dois ex-jogadores do Botafogo concorrem ao prêmio ‘The Best Fifa’
"Emocionante. Um rapaz muito humilde e tive o prazer de vê-lo jogar na final da Libertadores. Foi fundamental jogando com menos um. Desejo toda sorte do mundo e espero vê-lo de novo no Botafogo", afirmou o alvinegro José Ricardo à Itatiaia Esporte.
"Escolhi o Luiz Henrique por todo carinho que a torcida tem pelo jogador, por ter conquistado a Libertadores e o Brasileiro com todo time. Foi fundamental", explicou.
As fotos do mural no Nilton Santos chegaram a Luiz Henrique, que agradeceu e elogiou o trabalho em publicações nas redes sociais. Nath falou sobre a repercussão do projeto.
"Tem sido maravilhoso, me sentindo lisonjeada. Me deram o maior apoio. Gostaram bastante da pintura e o Luiz Henrique também disse que gostou bastante. Eu adorei".
Após fazer história pelo Glorioso em 2024, Luiz Henrique foi vendido ao Zenit-RUS. Até o momento, são três gols e três assistências em 27 partidas pela equipe da Rússia. O desempenho nos clubes o levou à Seleção Brasileira, e o atacante está cotados para ser convocado por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos.
Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.



