E o Santi Rodríguez? Meia uruguaio cai no ostracismo no Botafogo
Fora da lista de relacionados do último jogo, Santi perdeu espaço

Santi Rodriguez foi um dos contratados do Botafogo no ano passado, numa onda de reformulação do elenco após os títulos de 2024. Custou 17 milhões de dólares (mais de R$ 90 milhões à época), foi acumulando jogos... mas nunca convenceu. Nos últimos jogos, porém, o momento de baixa se consumou.
Porque nem no banco de reservas ele ficou no clássico do último sábado. E na partida anterior, contra o Cruzeiro, ele reclamou da pouca utilização recente. Foram oito minutos contra a Raposa; 11 antes, contra o Vitória; um pouco mais, 26, contra o Santos e 16 contra o Bahia.
Antes da pausa no calendário para a Copa do Mundo, ele teve dois jogos como titular, mas vinha alternando maiores e menores utilizações. Agora, a baixa efetividade do uruguaio parece falar mais alto: ao todo, ele soma três gols e seis assistências em 55 jogos.
O técnico Franclim Carvalho tem sido determinante na perda de espaço do uruguaio. Mas evita expor motivos ou problemas internos.
"O Santi não foi relacionado (contra o Fluminese) por opção, como não foi o Kadu, como não foi o Anthony. Mais alguém? Posso estar a esquecer. A única coisa foi exclusivamente opção, só, mais nada. É atleta do clube, tem contrato, não foi relacionado por isso", resumiu o treinador.
Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.



