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E o Santi Rodríguez? Meia uruguaio cai no ostracismo no Botafogo

Fora da lista de relacionados do último jogo, Santi perdeu espaço

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Santi Rodríguez, meia-atacante do Botafogo, vive má fase no clube
Santi Rodríguez, meia-atacante do Botafogo, vive má fase no clube • Vitor Silva/Botafogo

Santi Rodriguez foi um dos contratados do Botafogo no ano passado, numa onda de reformulação do elenco após os títulos de 2024. Custou 17 milhões de dólares (mais de R$ 90 milhões à época), foi acumulando jogos... mas nunca convenceu. Nos últimos jogos, porém, o momento de baixa se consumou.

Porque nem no banco de reservas ele ficou no clássico do último sábado. E na partida anterior, contra o Cruzeiro, ele reclamou da pouca utilização recente. Foram oito minutos contra a Raposa; 11 antes, contra o Vitória; um pouco mais, 26, contra o Santos e 16 contra o Bahia.

Antes da pausa no calendário para a Copa do Mundo, ele teve dois jogos como titular, mas vinha alternando maiores e menores utilizações. Agora, a baixa efetividade do uruguaio parece falar mais alto: ao todo, ele soma três gols e seis assistências em 55 jogos.

O técnico Franclim Carvalho tem sido determinante na perda de espaço do uruguaio. Mas evita expor motivos ou problemas internos.

"O Santi não foi relacionado (contra o Fluminese) por opção, como não foi o Kadu, como não foi o Anthony. Mais alguém? Posso estar a esquecer. A única coisa foi exclusivamente opção, só, mais nada. É atleta do clube, tem contrato, não foi relacionado por isso", resumiu o treinador.

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Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.

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