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Botafogo vislumbra segundo semestre com mudanças, mas seguro; entenda

Glorioso tem problemas dentro e fora de campo para resolver, e precisa que o ano termine de forma tranquila

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Botafogo tenta se blindar dos problemas externos
Botafogo tenta se blindar dos problemas externos • Vítor Silva/Botafogo

O tempo vai passando, mas, para o Botafogo, muita coisa anda em compasso lento. Mudanças no clube estão acontecendo, vão acontecer, mas não dá para garantir que o segundo semestre do futebol brasileiro será já com a "chave" virada. Devem ser poucas, com uma transição ainda acontecendo.

A gestão do clube está em guerra, enquanto a proibição de inscrever novos jogadores persiste. E a tendência é de que Danilo, melhor jogador da equipe no semestre encerrado, deixe o clube. Do que o técnico Franclim Carvalho precisa, então? De reforços caseiros.

Alguns podem atender pelos nomes de Júnior Santos e Bastos, por exemplo. O zagueiro vem sofrendo com problemas físicos. O atacante, por sua vez, retornou após período no Atlético-MG e também não consegue deslanchar. Com apenas 14 jogos e dois gols na temporada, ele já se reapresentou. De repente, fisicamente melhor, evolui.

O desafio do Botafogo no semestre, em campo, é duplo: no Campeonato Brasileiro, o time está em 12º lugar, com 22 pontos. Apenas dois acima da zona de rebaixamento, e sete atrás do primeiro time projetado na Copa Libertadores. Na Copa Sul-Americana, o time foi o melhor da primeira fase. São atenções divididas entre a busca do título sul-americano e a segurança a nível nacional.

E a nível interno também. O Botafogo vai jogar e agir nos bastidores. Por um segundo semestre seguro dentro e fora de campo.

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Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.

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