Ceará x América: após show, gramado do Castelão fica castigado para Série B
No sábado (16), Caetano Veloso e Maria Bethânia cantaram em concerto dentro da arena

Os cantores Caetano Veloso e Maria Bethânia, irmãos que estão em turnê pelo Brasil com o show “Caetano & Bethânia”, se apresentaram em um palco montado dentro da Arena Castelão, no sábado (16), algo incomum para os eventos realizados no estádio.
Veja a classificação da Série B
Nesta segunda-feira (18), Ceará e América se enfrentam pela 37ª e penúltima rodada da Série B do Brasileiro, às 21h45 (de Brasília), em jogo decisivo para o Vozão, que precisa ganhar para encaminhar seu acesso à elite em 2025. Mas o gramado estará castigado.
O palco foi montado do lado Sul da Arena Castelão, onde normalmente fica a torcida do Fortaleza. O local ficou bastante castigado. Durante toda esta segunda-feira, funcionários da administração do estádio, que é do Governo do Ceará, e do clube trabalharam para minimizar os danos.
Há marcas com perda de grama também nas laterais do campo. O gramado tem sido criticado desde o ano passado, mas nos últimos meses teve uma considerável melhora.
Caetano & Bethânia estava marcado havia alguns meses para o dia 16 de novembro, um sábado, às 21h (de Brasília). Diferentemente de todos os outros shows musicais que ocorrem no estacionamento do Castelão, na área externa, que não impacta a realização de partidas, mesmo que seja no mesmo dia, o evento dos irmãos baianos será na parte interna, uma solicitação dos organizadores.
Há alguns meses houve polêmica com torcedores do Fortaleza, que questionaram se o time não poderia jogar no Castelão caso tivesse alguma partida da equipe pela Série A em data próxima. Isso não ocorreu porque será uma Data-Fifa, reservada para jogos de seleções, quando os confrontos da elite param. Mas a Série B continua.
Inicialmente, Ceará e América jogariam no domingo (17), mas a pedido do clube foi feita a alteração para segunda para dar tempo da desmontagem do palco e reparos no gramado.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



