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Brasileiros ultrapassam marca de R$ 740 milhões arrecadados no Mundial; veja lista

Clubes brasileiros têm feito história e podem deixar o Mundial de Clubes com premiação bilionária

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Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense são os representantes brasileiros no Mundial de Clubes
Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense foram os representantes brasileiros no Mundial de Clubes • Cesar Greco/Palmeiras; Vitor Silva/Botafogo; Gilvan de Souza/Flamengo; Marcelo Gonçalves/Fluminense

O Fluminense fez história, eliminou a Inter de Milão nesta segunda-feira (30) e avançou às quartas de final do Mundial de Clubes. E como se não bastasse a vitória, o Tricolor Carioca arrecadou R$ 72 milhões com a classificação. Agora, somados, os clubes brasileiros já faturaram R$ 743,4 milhões de premiação no torneio.

Junto do Palmeiras, que também avançou às quartas de final, o Fluminense é o time da Série A que mais arrecadou no Mundial. Os dois já receberam 39,84 milhões de dólares, o equivalente a R$ 216,4 milhões. As premiações se igualam pelas campanhas semelhantes na fase de grupos.

Premiação

A Fifa pagou aos brasileiros 15,2 milhões de dólares pela participação no Mundial. Na fase de grupos, os clubes receberam 1 milhão de dólares por cada empate e 2 milhões de dólares pelas vitórias. Já a classificação às oitavas rendeu 7,5 milhões de dólares, enquanto a presença nas quartas rendeu 13,13 milhões de dólares.

Divisão de premiações no Mundial de Clubes
  • 15,2 milhões de dólares pela participação
  • 7,5 milhões de dólares pela classificação às oitavas
  • 13,13 milhões de dólares pela classificação às quartas
  • 2 milhões de dólares por vitória
  • 1 milhão de dólares por empate
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Jornalista pela PUC Minas, Pedro Leite é repórter do portal Itatiaia Esporte. Tem experiência na cobertura diária de portais, redes sociais e jornal impresso. Apaixonado por futebol, já passou pelo Superesportes.

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Lucas Barbosa é repórter do portal Itatiaia Esporte. Formado pela UFOP e natural de Raul Soares-MG, tem experiência em coberturas esportivas e jornalismo hiperlocal. Apaixonado pelo futebol brasileiro e suas histórias mais profundas, também já passou por veículos de rádio e televisão.