A decisão da
O jogo, que já era bastante brigado, com gols perdidos e polêmicas, quase não foi concluído por um pênalti para os marroquinos. Aos 53 do segundo tempo, após longa revisão no VAR, o árbitro anotou penalidade máxima de Diouf em cima de Brahim Díaz.
A marcação indignou atletas e comissão técnica de Senegal, então o técnico Pape Thiaw decidiu retirar os jogadores de campo. Ele entrou no gramado e puxou os titulares para fora da partida. Alguns, inclusive, foram para o vestiário.
Em meio a isso, alguns dos senegaleses se recusaram a deixar a final, entre eles o grande jogador da equipe: Sadio Mané, ex-Liverpool. O camisa 10 chamou os companheiros de volta e a partida foi retomada após mais de 10 minutos de paralisação.
Então, Brahim Díaz, jogador do Real Madrid e camisa 10 de Marrocos, foi para a cobrança que poderia decidir o título. O meia-atacante, porém, escolheu tentar uma cavadinha e, praticamente, recuou a bola na mão de Mendy.
Fim do tempo normal e o título foi para a prorrogação. Curiosamente, aos 4 minutos da etapa inicial do tempo extra, Pape Gueye avançou pela esquerda e acertou um lindo chute, no ângulo. Golaço que deu o bicampeonato para Senegal!