Maldição? Brasileiro veste estátua de Rocky Balboa com camisa da Argentina
Personagem do cinema estadunidense é símbolo da cidade que recebe jogos da Copa do Mundo

Torcedores brasileiros colocaram a camisa da Argentina na estátua de Rocky Balboa, na Filadélfia, nos Estados Unidos. A tentativa foi de "azarar" a seleção comandada por Lionel Scaloni durante a Copa do Mundo. A ação faz referência a uma antiga superstição esportiva que envolve o famoso monumento localizado na cidade estadunidense.
Segundo a tradição popular local, qualquer equipe que tenha sua camisa colocada na estátua de Rocky Balboa acaba derrotada em seu compromisso seguinte. A crença ganhou força ao longo dos anos após uma série de coincidências envolvendo equipes de diferentes modalidades. O personagem é lenda numa série de filmes de Hollywood
Desde 2015, cinco franquias da NFL entraram para a lista de supostas vítimas da chamada "Maldição de Rocky": New York Giants, em 2015; Minnesota Vikings e New England Patriots, ambos em 2018; San Francisco 49ers, em 2023; e Washington Commanders, em 2025.
A superstição também chegou à Copa do Mundo de 2026. No último domingo, torcedores do Equador colocaram a camisa da seleção na estátua antes de uma partida do Mundial. Em campo, os equatorianos perderam para a Costa do Marfim com um gol aos 45 minutos do segundo tempo, mesmo após criarem boas oportunidades e acertarem a trave durante o confronto.
A Filadélfia receberá outros jogos da Copa do Mundo e mais seleções poderão ter contato com a famosa estátua. Além de Brasil, Haiti, Equador e Costa do Marfim, França, Iraque, Curaçao, Croácia e Gana também atuarão na cidade ao longo da competição.
Nas redes sociais, a página da torcida Movimento Verde e Amarelo fez um alerta aos torcedores brasileiros que acompanham a Seleção na Filadélfia para o confronto contra o Haiti, nesta sexta-feira (19). A publicação pediu que ninguém coloque a camisa do Brasil na estátua.
"Colocar a Amarelinha no Rocky está proibido", destacou a página.
Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.
Jornalista em formação pelo UniBH, com passagem por Diário do Comércio e Secretaria de Estado do Governo de Minas. Experiência em jornalismo econômico e esportivo, área pela qual é apaixonada.




