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Copa do Mundo: saiba em quais Mundiais não houve arbitragem brasileira

Ao longo da história da Copa do Mundo, três edições não contaram com árbitros brasileiros

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Taça da Copa do Mundo
Taça da Copa do Mundo • Divulgação/Fifa

A presença brasileira na arbitragem das Copas do Mundo é marcada por regularidade.

Ao longo da história, o país consolidou seu espaço entre as principais escolas de arbitragem do futebol mundial, com representantes frequentemente selecionados pela Fifa para atuar em jogos do torneio.

Ainda assim, essa trajetória consistente não foi absolutamente contínua. Em momentos específicos, o Brasil ficou fora do quadro de arbitragem da Copa do Mundo, cenário que contrasta com a forte presença observada nas últimas décadas.

As Copas sem árbitros brasileiros

Ao longo da história do torneio, três edições não contaram com árbitros brasileiros:

  • 1934 – Itália
  • 1938 – França
  • 1958 – Suécia

Contexto das ausências

1934 e 1938: um cenário ainda restrito

As ausências nas Copas de 1934 e 1938 ocorreram em um momento em que o futebol ainda passava por um processo de internacionalização.

A arbitragem era majoritariamente concentrada em países europeus, com menor diversidade geográfica entre os escolhidos.

Questões logísticas, institucionais e o próprio estágio de desenvolvimento do futebol fora da Europa influenciavam diretamente na composição do quadro de árbitros.

1958: ausência em meio ao protagonismo brasileiro

A ausência em 1958 chama atenção por ocorrer justamente na edição em que o Brasil conquistou seu primeiro título mundial. 

Apesar do crescimento esportivo da seleção, nenhum árbitro brasileiro foi escalado para atuar na competição disputada na Suécia.

Principais marcas da arbitragem brasileira em Copas

Mais jogos apitados

  • Carlos Eugênio Simon – sete jogos (2002, 2006 e 2010)
  • Sandro Meira Ricci – seis jogos (2014 e 2018)
  • José Roberto Wright – quatro jogos (1990)
  • Wilton Pereira Sampaio – quatro jogos (2022)

Mais Copas disputadas

  • Carlos Eugênio Simon – três edições
  • Sandro Meira Ricci – duas
  • Arnaldo Cezar Coelho – duas
  • Mário Vianna – duas
  • Armando Marques – duas

Destaques adicionais

  • Maior número de jogos em uma única Copa:
    • José Roberto Wright (1990) – quatro jogos
    • Wilton Pereira Sampaio (2022) – quatro jogos
  • Árbitro mais jovem:
    • Arnaldo Cezar Coelho – 35 anos (1978)
  • Árbitro mais velho:
    • Mário Vianna – 51 anos (1954)

Presença consolidada ao longo das décadas

Apesar das ausências pontuais, o Brasil esteve presente em praticamente todas as edições da Copa do Mundo, com árbitros que marcaram época e participaram de partidas relevantes ao longo do torneio.

Essa continuidade ajudou a consolidar a imagem do país como uma das principais referências na arbitragem internacional.

Projeção para 2026

A tendência é de manutenção desse protagonismo. Para a próxima edição, nomes como Raphael Claus, Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio aparecem entre os selecionados, reforçando o peso do Brasil no cenário global.

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Repórter em formação com experiência em coberturas locais e interestaduais, com atuação em diferentes frentes do jornalismo. Apaixonado por esportes, especialmente futebol, acompanha o cenário nacional e internacional, com foco em contexto, informação e curiosidades do jogo. Acumula passagem por No Ataque e Estado de Minas.