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Cafu lamenta eliminação da Seleção Brasileira e garante: ‘Acreditaremos novamente!’

Bicampeão pela Amarelinha afirma que Copa do Mundo não é sorte e que Brasil ainda pode voltar a sorrir

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Cafu com a taça da Copa do Mundo, em 2002
Cafu com a taça da Copa do Mundo, em 2002 • Reprodução Instagram/Cafu

O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo, nesse domingo (5), após derrota por 2 a 1 para a Noruega. Bicampeão mundial pela Amarelinha, Cafu foi às redes e lamentou o resultado. O ex-jogador garantiu ainda que sucesso não é sorte, e que a Seleção Brasileira tem a “camisa mais grandiosa da história do futebol”.

Cafu é o único jogador a disputar três finais de Mundial consecutivas, em 1994, 1998 e 2002, e é um dos jogadores com mais títulos com o Brasil, empatado com Ronaldo, com cinco taças. O atleta conquistou o título das Copas do Mundo em 1994 e em 2002. Na edição de 1998, disputada na França, o Brasil foi vice-campeão para os anfitriões.

“Dói e muito. Senti essa dor em 1998 e em 2006. Não é só pelo time que está em campo, é pelos milhões de brasileiros que esperam de nós a alegria única de poder colocar mais uma estrela no peito. Baixar a cabeça em 98 não nos faria campeões em 2002 e ter sido campeões em 2002 não nos fez ganhar de novo em 2006”, declarou Cafu.

A campanha brasileira na Copa de 2006, sediada na França, foi terminada de maneira precoce, antes do esperado. Capitão, Cafu esteve na derrota brasileira para a França nas quartas de final, por 1 a 0.

“Copa do Mundo não é sorte, é um conjunto de fatores que nos levam a vitória ou a derrota, hoje perdemos, voltamos pra casa, tristes, muito tristes, porque mais uma vez acreditamos. E agora? Acreditaremos novamente! Isso faz de nós uma seleção vencedora, com 5 estrelas na camisa mais grandiosa da história do futebol”, afirmou o ídolo.

Cafu disputou 150 partidas oficiais pela Seleção Brasileira e é o jogador com mais atuações pela equipe nacional. O lateral-direito foi capitão na conquista do pentacampeonato, em 2002.

“A nossa torcida é nosso maior troféu. Seguimos em frente, como seguimos em tantos outros momentos, de cabeça erguida e com a certeza de que temos a chance de escrever mais uma grande história em 2030”, finalizou.

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Jornalista em formação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonada por esportes (principalmente futebol e vôlei) e cultura. Passagem pela equipe de comunicação da UFMG.

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