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Brasil x Noruega: Matheus Cunha detalha amizade com Haaland e é direto sobre favoritismo

Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (3), camisa 9 da Amarelinha elogiou norueguês e contou como são as vezes em que se encontram nos gramados

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Matheus Cunha em entrevista coletiva antes de jogo entre Brasil e Noruega pela Copa do Mundo
Matheus Cunha em entrevista coletiva antes de jogo entre Brasil e Noruega pela Copa do Mundo • Nelson Terme / CBF

Matheus Cunha detalhou a relação que tem com Erling Haaland. Ambos defendem clubes rivais na Inglaterra -- United e City, respectivamente, mas já se enfrentaram na Alemanha. Entre 2020 e 2021, o brasileiro ficou frente a frente com o norueguês enquanto jogava pelo Hertha Berlim, e o adversário representava o Borussia Dortmund.

Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (3), o camisa 9 da Amarelinha elogiou o norueguês e contou como são as vezes em que se encontram nos gramados.

"É um grande jogador, já demonstrou isso em todos os momentos que ele teve oportunidade. Desde o Borussia Dortmund eu o acompanho bastante. Tive muitas oportunidades de jogar contra. Já joguei (contra) também na Alemanha. Temos um relacionamento saudável, sempre nos cumprimentamos após os jogos e sabemos o quanto cada um pode ser muito importante para suas equipes. Não vai ser diferente na Seleção", iniciou.

"O ataque deles é muito forte. Tem muitos jogadores que conhecemos. Temos que estar focados não só para ele, mas para outros jogadores da Seleção Norueguesa que tem uma arma muito forte", prosseguiu.

Após passar pela Costa do Marfim nos 16 avos de final, Haaland chegou a afirmar que seria muito difícil para a Noruega passar pelo Brasil. Para Matheus Cunha, a fala do adversário foi apenas um sinal de respeito, dispensando a ideia de favoritismo no duelo.

"Ele citar o respeito pela nossa Seleção e por nossos jogadores é mais sobre ele do que sobre a gente. Ele vai jogar o jogo querendo ganhar, sem dúvida nenhuma. É a vontade de todos os jogadores. Mas é gratificante ver o respeito dele, também temos por ele e pela Seleção. Temos seleções que o mundo tende a falar que são as seleções a serem batidas. A nossa Seleção, aos poucos, vai conseguindo demonstrar mais quem somos", declarou.

"O favoritismo é algo que não entra em campo. Por mais que você tenha seus pensamentos e sua confiança dentro dos companheiros, não é nada que ajude dentro de campo. Temos que estar focados em saber o que temos que fazer. É muito rápido, são 90 minutos em que tudo pode acontecer. É difícil ver que o favoritismo jogue", concluiu.

Brasil x Noruega

Brasil e Noruega se enfrentam no próximo domingo (5), pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no Estádio de Nova York e Nova Jersey. Quem avançar pegará México ou Inglaterra nas quartas de final, dia 11 de julho, em Miami.

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Rômulo Giacomin é repórter multimídia da Itatiaia. Formado pela UFOP, tem experiência como repórter de cidades da Região dos Inconfidentes, e, na cobertura esportiva, passou por Esporte News Mundo, Estado de Minas, Premier League Brasil e Trivela.

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