Conmebol muda sede do Sul-Americano Sub-20 e terá que sortear grupos novamente
Torneio, entre janeiro e fevereiro de 2025, seria no Peru, mas mudou para a Venezuela; por causa do regulamento haverá nova formação de chaves
A pouco menos de dois meses do início do Sul-Americano Sub-20, a direção da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) alterou a sede da competição, que aconteceria no Peru de 23 de janeiro a 16 de fevereiro de 2025. Agora a Venezuela receberá o torneio, nas mesmas datas.
O motivo da alteração não foi informado, mas gerou uma situação inusitada: um novo sorteio para formação dos grupos terá que ser feito, como manda o regulamento. Isso acontece porque a Venezuela, como país-sede, vira cabeça de chave no lugar do Peru. O evento ocorrerá em 6 de dezembro.
No fim de outubro, o sorteio havia definido assim a divisão das chaves:
Grupo A
- Peru
- Uruguai
- Venezuela
- Paraguai
- Argentina
Grupo B
- Brasil
- Colômbia
- Equador
- Chile
- Bolívia
Essa configuração não vale mais, mas o Brasil, atual campeão, continuará como cabeça do chave do Grupo B, enquanto os venezuelanos, e não os peruanos, serão cabeças de chave do Grupo A.
Serão dez participantes, todos os filiados à Conmebol. Os quatro primeiros se classificam para o Mundial da categoria, que será no Chile entre 27 de setembro e 19 de outubro de 2025.
Como já estão classificados como país-sede, caso os chilenos apareçam entre os quatro primeiros, o quinto colocado jogará a competição da Fifa.
O formato da competição está mantido. Na primeira fase, os participantes jogam dentro de cada chave, todos contra todos, em cinco rodadas. Os três primeiros de cada grupo avançam para o hexagonal final. Os seis times se enfrentam, em seis rodadas, para definir o campeão.
O Brasil conquistou a última edição, em 2023, na Colômbia. São 12 taças para o país, o maior vencedor. O Uruguai tem oito, e a Argentina cinco.
Ramon Menezes se mantém como treinador da equipe e tem convocado jogadores nas Datas-Fifa para período de treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis, no CT da CBF.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



