A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se solidarizou com o atacante Vinicius Júnior, do
“A CBF se solidariza com Vinícius Júnior, vítima de mais um ato de racismo nesta terça-feira, após marcar pelo Real Madrid contra o Benfica, em Lisboa. Racismo é crime. É inaceitável. Não pode existir no futebol nem em lugar algum”, escreveu a entidade, em publicação no Instagram.
“Vini, você não está sozinho. Sua atitude ao acionar o protocolo é exemplo de coragem e dignidade. Temos orgulho de você. Seguiremos firmes na luta contra toda forma de discriminação. Estamos ao seu lado. Sempre”, completou.
Entenda o caso
Logo após comemorar o golaço que marcou para decidir a partida, aos cinco minutos do segundo tempo, o camisa 7 do Real Madrid
Com isso, o jogo foi interrompido pelo dono do apito para cumprimento do “Protocolo Antirracismo”. O clima em campo esquentou, e jogadores de ambas as equipes passaram a discutir. Vini Jr. chegou a ser contido pelo treinador José Mourinho, do time português, durante o bate-boca.
A partida foi reiniciada oito minutos após a interrupção.
O ‘Protocolo Antirrascismo’
O Protocolo Antirracismo foi implementado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) em 2024.
O mecanismo é acionado pelo árbitro do jogo quando se é realizado um sinal de “x” com os braços. Então, a partida é interrompida, para que sejam exibidas mensagens no sistema de som do estádio e nos telões.
Se o caso de racismo não cessar, o jogo pode ser suspenso pelo árbitro, com os jogadores deixando o gramado. Caso as ações racistas persistam, o confronto pode ter o fim determinado.