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Argentina não poderá aposentar camisa 10 após despedida de Messi; entenda o motivo

Regras da Fifa impedem a seleção argentina de retirar a numeração que marcou as trajetórias de Diego Maradona e Lionel Messi

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Messi em último jogo pela Seleção Argentina
Messi em último jogo pela Seleção Argentina • Reprodução/X Argentina

A seleção argentina não poderá aposentar a camisa 10 após a despedida de Lionel Messi, aos 39 anos. Apesar da importância do atacante para a história da Albiceleste, as regras da Fifa impedem a Associação do Futebol Argentino (AFA) de retirar definitivamente a numeração.

Messi disputou sua última partida pela seleção na última terça-feira (6), na vitória por 3 a 0 sobre Benin. O camisa 10 marcou um gol de pênalti e deu duas assistências no confronto.

A entidade argentina já tentou aposentar o número em outra ocasião. Antes da Copa do Mundo de 2002, a AFA propôs retirar a camisa 10 em homenagem a Diego Armando Maradona, um dos maiores ídolos da história do futebol argentino. A iniciativa, porém, esbarrou no regulamento da Fifa, que exige a numeração de 1 a 23 nas camisas das seleções em competições como o Mundial.

Messi herdou a camisa 10

Em 2009, Messi assumiu a camisa 10 da Argentina, número que marcou a trajetória de Maradona com a seleção. Desde então, o atacante construiu uma história de recordes e conquistas com a Albiceleste.

Ao longo de sua trajetória internacional, Messi disputou 208 partidas e marcou 126 gols pela seleção argentina. O atacante também se tornou protagonista da fase mais vitoriosa da equipe nas últimas décadas.

O primeiro título de Messi com a seleção principal veio em 2021, com a conquista da Copa América diante do Brasil, no Maracanã. No ano seguinte, a Argentina venceu a Finalíssima e conquistou a Copa do Mundo do Catar, em 2022. Em 2024, o craque também levantou a taça da Copa América.

Com a despedida do atacante, a camisa 10 seguirá disponível para outro jogador da seleção argentina, apesar do legado construído por Messi e Maradona com a numeração.

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Jornalista em formação pelo UniBH, com passagem por Diário do Comércio e Secretaria de Estado do Governo de Minas. Experiência em jornalismo econômico e esportivo, área pela qual é apaixonada.

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