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Osorio rebate críticas e pede apoio da torcida do Atheltico após empate no Paranaense

Furacão não conseguiu sair do zero a zero com o Operário; escalação do treinador desagrada athleticanos

Depois de um empate sem gols com o Operário, nesta quinta-feira (15), pela nona rodada do Campeonato Paranaense, o Athletico foi alvo de críticas na Ligga Arena. Após o término da partida, a torcida do Furacão protestou com vaias, afirmando que vencer o clássico Athletiba, na próxima rodada, é obrigação.

Depois do confronto, na entrevista coletiva, o técnico Juan Carlos Osorio pediu o apoio e compreensão da torcida.

“A torcida com certeza vai reclamar muito mais. Esse cenário vai se repetir. Acredito que tem mais opções de ganhar quando se controla a bola. Peço à torcida apoio ao time. O Athletico é o mais importante”, destacou Osorio.

Uma das principais críticas da torcida é referente às escolhas do treinador, que ainda não definiu seus 11 jogadores ideais na escalação titular.

Osorio afirmou que não sofre de nenhuma indecisão para montar o time, e que 11 jogadores titulares não existem em nenhum time de futebol.

“Temos 28 sessões de treino até agora. Hoje, conheço muito bem nossos atletas, não tenho nenhuma dúvida, nenhuma indecisão. Tem posições em que as decisões são muito difíceis. Não quero ter um 11 titular, isso não existe no mundo do futebol, apenas os times que conseguem investir milhoes e milhoes de dolares em jogadores”, avaliou o professor.

Outro ponto pedido pela torcida foi a vitória no clássico contra o Coritiba. O jogo próximo domingo (18), pela nona rodada, define também a liderança isolada da competição.

Com o empate diante do Operário, o Furacão se manteve em primeiro lugar, com 21 pontos. Já o Coxa é o vice-líder, com 20 pontos. Desta forma, além da importância do clássico, o Athletiba vale também a liderança isolada da fase classificatória.

Para o jogo, que será no Couto Pereira, Osorio prometeu uma atuação competitiva, e sem violência.

“Respeitamos profundamente o Coritiba. Vou propor um clássico sem violência, mas competir a 100%. Só há uma maneira de jogar o jogo, com a bola. Ninguém leva seis pontos no clássico, ainda são três pontos. Entendo que é clássico, mas vamos jogar um jogo, e temos que jogá-lo da melhor maneira. Não gosto da violência, temos que respeitar o futebol. Atacar, buscar, sempre propor o jogo”, finalizou o treinador.

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Gaúcha de Porto Alegre, Mauri Dorneles é formada em Jornalismo pela PUC-RS e trabalha como correspondente do portal Itatiaia Esporte no Sul do Brasil. Também cursou Cinema. Antes da Itatiaia, passou por Correio do Povo, Record RS, Rádio Grenal, RBS TV e Band.
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