Com Diniz e ex-Cruzeiro, Marcelo elege melhores companheiros de sua carreira
Lateral-esquerdo do Fluminense exaltou o comandante e reforçou admiração por Ronaldo Fenômeno

Ídolo incontestável do Real Madrid e campeão da Copa Libertadores pelo Fluminense, Marcelo recebeu uma difícil missão: elencar, por posição, os melhores jogadores com quem atuou em sua carreira.
O lateral-esquerdo do Tricolor teve dificuldade para montar a escalação, mas encontrou um "jeitinho", em entrevista ao PodPah. Marcelo escolheu dois técnicos: Zinedine Zidane e Fernando Diniz, seu atual comandante no Fluminense, como auxiliar.
No ataque, o multicampeão escolheu Neymar, Cristiano Ronaldo e Ronaldo Fenômeno, ex-jogador do Cruzeiro e atual socio-proprietário do clube celeste.
Marcelo ainda ressaltou a qualidade de Neymar, com quem atuou na Seleção Brasileira. “Depois de Messi e Cristiano, para mim está o Neymar. Para mim não joga melhor por conta da carreira dos caras", afirmou.
Veja o 'time ideal' de Marcelo
Keylor Navas; Rafinha, Thiago Silva, Sérgio Ramos e Roberto Carlos; Casemiro, Toni Kroos e Modric; Neymar, Cristiano Ronaldo e Ronaldo Fenômeno.
Técnico: Zinedine Zidane
Auxiliar: Fernando Diniz
Admiração a Fernando Diniz
Fã assumido de Fernando Diniz no Fluminense, o lateral-esquerdo Marcelo elogiou o comandante tricolor, que levou a equipe à primeira conquista da Copa Libertadores no ano passado. E ele não poupou palavras até nas comparações.
Marcelo comparou o trabalho do técnico tricolor com o de José Mourinho, com quem trabalhou nos tempos de Real Madrid.
“Ele parece muito o Mourinho. Essa questão de tática, essa loucura maravilhosa, eu adoro. Mas ele consegue mexer no ponto que o cara precisa. Teve um jogo contra o Flamengo e ele falou: “Faz o que tu quiser. Se errar, foda-se! Aqui não tem isso”. Aí eu domino a bola, vou na frente e achei que o Ganso estava atrás de mim. Aí eu domino a bola, girei e, quando dou o passe, a bola sai. Aí ele: “Porra, tá de sacanagem?”. Eu falei: “Ué. Não era foda-se?”. Ele: “Não dá pra errar essa bola”. Não era dura porque eu errei. Ele é tipo pai mesmo. Acho muito maneiro”, disse, destacando a relação:
“A relação é de pai para filho. Tenta ajudar todo mundo. Ele não quer saber se você vai jogar pra caramba, meter gol de bicicleta ou ir para a Seleção. Ele quer te ajudar para a vida. Isso é muito vitorioso para ele, é como um título”, concluiu.
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Jornalista em formação na UFMG. Apaixonado por futebol e esportes em geral.



