Ednaldo Rodrigues, ativo pelo futebol brasileiro
Presidente da CBF tem mostrado valor à frente da entidade máxima do futebol brasileiro

Ednaldo Rodrigues, o atual Presidente da CBF - Confederação Brasileira de Futebol, já está na estrada da bola alguma décadas como dirigente de clube, depois Federação Baiana, diretorias passadas da CBF e de entidades internacionais. Com certeza, um profundo conhecedor das necessidades do nosso esporte mais apaixonante.
Desde que chegou à CBF, sempre brigou por melhorias. Dentro e fora de campo. Quando precisou, fez até oposição para aquele presente que estava no comando da casa. Brigava pela transparência dos processos e pela modernização administrativa.
No ano passado, já como presidente eleito, costurou, com inteligência e liderança, um processo entre CBF e a Justiça Comum por causa de mudanças no Colégio Eleitoral nas eleições da entidade, respaldada na Constituição Brasileira que estabelece liberdade de organização.
Havia uma tentativa de golpe de fora para dentro para instalação de uma Liga e Ednaldo contornou o conflito. Deu legitimidade ao processo de escolhas de presidente e vice da casa e abriu a porta para a chegada da Liga de Clubes.
Digo tudo isso para ressaltar que as melhorias prometidas estão sendo praticadas: premiação em dinheiro para os clubes campeões no futebol feminino, aumento de cotas e prêmios nas Copas do Brasil Nordeste e Verde, além da Supercopa do Brasil.
Nos campeonatos das Séries A, B, C e D, também foram abertos os cofres para melhores arrecadações com TVs, placas e ajuda financeira da própria CBF e, na abertura do Conselho Técnico da Série A, Ednaldo Rodrigues cobrou dos clubes a criação da Liga Nacional.
Nesta semana, mesmo sendo um bom baiano, trabalhou como um mineirinho e costurou, junto às demais Confederações da Conmebol, o apoio para a candidatura do Rio de Janeiro e Maracanã para a final da Libertadores, no dia 11 de novembro de 2023. Conseguiu.
Agora, com seu jeito cativante e transparente, tenta junto à FIFA trazer para o Brasil a sede da próxima Copa do Mundo Feminina, em 2027.
Tomara que consiga, com a força do Senhor do Bonfim e todos os Santos que enriquecem a nossa fé.
Mineiro de Formiga, Wellington Campos está na Rádio Itatiaia desde agosto de 1990, atuando como correspondente no Rio de Janeiro, cobrindo o dia-a-dia da CBF, Seleção Brasileira e STJD, além dos clubes cariocas e os esportes olímpicos. Participou das coberturas das Copas do Mundo de 1994 (EUA), 1998 (França), 2002 (Coreia do Sul e Japão), 2006 (Alemanha), 2010 (África do Sul), 2014 (Brasil), 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).
