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NBB? Vice-presidente do Olympico revela objetivo com entrada no basquete profissional

Clube tradicional de BH vai disputar a Liga Ouro nesta temporada

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Equipe do Olympico Basquete Sub-17
Equipe do Olympico Basquete Sub-17 • Divulgação/olympicobasquete

Um dos clubes mais tradicionais de Belo Horizonte, o Olympico vai disputar nesta temporada a Liga Ouro, competição que dá direito a pleitear uma vaga no NBB, principal liga de basquete do Brasil. O vice-presidente Flávio Magalhães revelou à Itatiaia se o objetivo é chegar na elite nacional.

A Liga Ouro garante ao campeão do torneio a intenção de pleitear uma vaga no NBB, mas, antes é necessário o clube garantir uma série de questões para poder ser aceito.

Como 2026/27 é o primeiro ano do Olympico no basquete profissional após anos focando apenas nas categorias de base - onde conseguiu grande destaque -, eles pensam em um passo de cada vez.

“Há cerca de 15 anos, a gente teve a diretriz de focar na base. A gente tentava fazer tudo e não conseguia fazer bem feito com destaque, nem uma coisa nem outra. A gente focou na base e isso a gente já conseguiu ser uma referência. A gente revela muitos atletas que estão jogando na NBB. Se pegar atletas do Olympico que estão aí compondo as outras equipes, a gente tem um time, praticamente” iniciou.

Flávio destacou que o principal entrave para o Olympico (ou qualquer outro clube) dar um passo a mais e chegar, por exemplo, no NBB, é o lado financeiro, mas que a instituição pensa, sim, em um dia estar na elite.

“Acho que esse é um passo agora, mas é claro que quando você começa a falar em categoria principal, o grande limitador é o recurso financeiro. A gente quer conseguir trabalhar novos patrocinadores ou alguma empresa que já nos apoia na lei de incentivo, ver o movimento e também seguir junto, a gente conseguindo viabilizar, é nosso objetivo (chegar ao NBB), porque a gente já tem uma base em formação”, destacou.

Atualmente, o Olympico tem parceria com várias empresas através da lei de incentivo ao esporte, mas, para chegar na elite profissional, é preciso ter um “patrocínio espontâneo” segundo o VP.

Diante disso, eles entendem que esse movimento atual, de se colocar no esporte profissional, é importante para se mostrar ao mercado e, quem sabe conseguir esse investidor futuro.

“Talvez seja mais fácil conseguir um apoio assim do que não estar fazendo nada, não estar participando e tentar buscar para iniciar”, completou.

Flávio Magalhães ainda destacou que o Olympico tem se reforçado em toda as áreas para se tornar um clube forte em diversos esportes das Olimpíadas, como vôlei e natação, além do futsal.

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Alecsander Heinrick é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela PUC Minas e tem experiências em agências de comunicação e redação. Teve passagens por Esporte News Mundo, EstrelaBet, Jornal Hoje em Dia, Trivela e Jornal O Tempo. Apaixonado por todos os tipos de esportes, em especial futebol, futebol americano e basquete, além de séries e filmes.

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