Yasmin Brunet sai em defesa de Luiza após comentário ácido de Mara Maravilha
Cantora falou sobre um caso de violência doméstica sofrido por Luiza Brunet e filha da modelo saiu em defesa dela

As confusões envolvendo o nome de Mara Maravilha não param de movimentar a internet. Nessa terça-feira (11), o alvo das críticas da cantora foi a modelo Luiza Brunet. Após defender Xuxa dos comentários de Mara, a mãe de Yasmin Brunet foi chamada de “coitadinha” e teve um caso de violência doméstica ironizado.
A troca de farpas entre elas começou quando Luiza disse que Mara não poderia ser comparada com Xuxa e que ela só sabe dizer bobagens. "O problema é que essa moça está na geladeira há muito tempo. E eu até entendo, é ruim quando o próprio mercado já não quer mais. Mas creio que ela acha que vai inibir a maior de todas. Xuxa sempre Xuxa, já a outra só sabe reclamar e falar bobagem. Cada um dá o que tem. Essa moça nada pode dar, já a Xuxa deu e muito. Militou, falou sobre a pauta da mulher, dos animais, família e filha. Além de estar belíssima.", escreveu Luiza.
Em seguida, Mara respondeu ao comentário e deu a entender que Luiza Brunet teria inventado um caso de violência doméstica. Parisotto foi condenado pela Justiça de São Paulo em 2017 por lesão corporal contra Luiza, sua então companheira, em um episódio ocorrido em Nova York.
“Essa aí conseguiu tirar alguma grana do zilhardário? Acho que não!!! Coitadinha, ainda diz que apanhou. Pronto, Xuxu, falei”, escreveu a cantora.
Yasmin se pronunciou
Após a repercussão da fala de Mara Maravilha, a filha de Luiza, Yasmin Brunet, saiu em defesa da mãe e disse que acompanhou de perto as marcas que a violência deixou nela.
“Como filha, é impossível assistir a certas coisas sem sentir. Eu estava ali. Eu acompanhei de perto uma parte muito dolorosa da vida da minha mãe e sei as marcas que uma violência deixa muito depois do que as pessoas conseguem enxergar", começou ela.
Sem citar nomes, Yasmin disse que não gosta de ver o assunto sendo de violência tratado com ironia e deboche, além de afirmar que jamais achará normal mulheres usando da fragilidade de outras para tentar atacá-la.
“Quando vejo esse assunto sendo tratado dessa maneira, penso imediatamente em quantas mulheres passam por isso dentro de casa todos os dias. Mulheres que escondem, que sentem vergonha, que se culpam, que acham que ninguém vai acreditar nelas. É por elas também que esse tipo de fala não pode ser normalizada. Entre mulheres deveria existir, no mínimo, humanidade quando o assunto é violência. Podemos ter qualquer diferença, mas usar uma ferida como essa para atingir outra mulher é algo que eu jamais vou conseguir achar normal”, escreveu.
Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.



