Troféu Imprensa: William Bonner atende pedido inusitado durante cerimônia
Jornalista recebeu 33 prêmios 'acumulados' na noite do último domingo (26)

Na noite do último domingo (26), o SBT realizou a 56º cerimônia do Troféu Imprensa, premiação que reconhece os trabalhos que marcaram o ano de 2025.
Pela primeira vez, a TV Globo liberou grandes nomes da emissora para participarem do evento. Um dos principais destaques da noite foi William Bonner, que levou 33 estatuetas para a casa justamente por ir à cerimônia pela primeira vez.
O jornalista recebeu os prêmios que estavam acumulados ao longo das edições da premiação, em reconhecimento ao trabalho de 29 anos à frente do comando do Jornal Nacional.
Ao receber os prêmios, Bonner agradeceu pelo reconhecimento e atendeu um pedido inusitado do apresentador Celso Portiolli, que estava ao lado de Patrícia Abravanel no comando da cerimônia.
“Agradeço desde já por me encontrar neste palco tão histórico da televisão brasileira. Eu tenho 62 anos, mas o Troféu Imprensa eu acompanho desde criança, acho que todo mundo aqui acompanhou, sabe da importância e da relevância que tem esse prêmio, que é um prêmio generoso, que premia talentos e profissionais de outras emissoras, sempre foi assim”, afirmou o jornalista.

Em seguida, Celso solicitou a ele que dissesse seu famoso bordão, que marcou sua passagem no Jornal Nacional e Bonner o fez. "Boa noite!", disse ele em referência à fala que repetiu durante anos no início do telejornal.
Durante o agradecimento, Bonner também brincou com a premiação e fez uma alusão aos programas da emissora, comandados por Silvio Santos.
Em determinado momento, ele recebeu palmas da plateia, que vieram acompanhadas de gritos de "Lindo! Lindo!" dos presentes no evento. O jornalista então brincou. "Nada mais programa do Silvio Santos que isso!", disse.
Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.



