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Pietra Bertolazzi chama integrantes do BTS de 'afeminados' e fãs vazam seus dados pessoais

Segundo informações alguns fãs do grupo sul-coreano teriam inscrito Pietra para ser mesária nas eleições presidênciais

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Pietra Bertolazzi e BTS • Redes socias

A influenciadora digital Pietra Bertolazzi anunciou que vai se afastar das redes sociais após a repercussão de comentários feitos sobre o grupo sul-coreano BTS durante a final da Copa do Mundo, no último domingo (19).

Após a repercussão, usuários identificados como integrantes do fandom ARMY afirmaram ter obtido dados pessoais da influenciadora e relataram, nas redes sociais, que a inscreveram como mesária nas eleições presidenciais de outubro em diferentes estados brasileiros.

A criadora de conteúdo, que se apresenta nas redes como comentarista de temas ligados à política, ideologias e fé, criticou a apresentação da banda e afirmou que os integrantes seriam "totalmente afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas". Na publicação, ela também questionou o fato de o grupo ser uma das principais referências para a geração mais jovem.

As declarações viralizaram rapidamente e provocaram reações de fãs do BTS, conhecidos como ARMYs, que acusaram a influenciadora de homofobia.

Após a repercussão, usuários passaram a relatar que informações pessoais atribuídas à influenciadora foram divulgadas na rede social X (antigo Twitter). Entre os dados compartilhados estariam endereço, telefone, documentos e informações sobre familiares. Também circularam relatos de campanhas para denunciar os perfis de Pietra Bertolazzi nas redes sociais e restringir o alcance de suas contas.

Em meio à controvérsia, a influenciadora voltou a se manifestar por meio dos stories do Instagram. Ela afirmou ter se surpreendido com a dimensão da comunidade de fãs do BTS e fez novas críticas ao fandom, dizendo que a repercussão foi "muito pior do que falar mal do PT".

Posteriormente, Bertolazzi restringiu o acesso ao próprio perfil no Instagram e informou que fará uma pausa nas redes sociais. Até o momento, ela não comentou as acusações de homofobia nem se pronunciou sobre a divulgação de seus dados pessoais.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.

 

 

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