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Pierre Deny, ator de 'Emily em Paris', morre aos 69 anos

Ator francês enfrentava um quadro de Esclerose Lateral Amiotrófica

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Pierre Deny morreu aos 69 anos
Pierre Deny morreu aos 69 anos • MARIE ETCHEGOYEN/NETFLIX

Morreu nessa segunda-feira (25) o ator francês Pierre Deny, conhecido mundialmente por seu papel na série da Netflix 'Emily em Paris'. A informação foi confirmada pela família do artista à agência de notícias francesa AFP.

Segundo os parentes, Pierre sofreu complicações de doença que enfrentava, a Esclerose Lateral Amiotrófica.

"Anunciamos o falecimento de Pierre Deny, ocorrido nesta segunda-feira após um caso súbito e grave de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)", dizia o comunicado emitido pelas filhas.

Deny era conhecido por interpretar o CEO fictício da empresa de moda JVMA e pai de Nicholas de Léon (Paul Forman), que namorou Mindy Chen (Ashley Park), a melhor amiga de Emily (Lily Collins) na série aclamada da Netflix.

Pierre Deny em 'Emily in Paris' • Reprodução | Netflix
Pierre Deny em 'Emily in Paris' • Reprodução | Netflix

Além disso, o ator também era famoso  por seus papéis em diversas outras séries francesas, incluindo "Demain nous Appartien" , " Fabio Montale", "Une femme d'honneur" e "Cinq soeurs" . Mais recentemente, ele participou das séries francesas "Le Fil d'Ariane" e "Camping Paradis".

Doença de Deny foi a causa da morte de outro ator famoso

Causa da morte de Pierre Deny, a Esclerose Lateral Amiotrófica já fez uma vítima famosa neste ano. Em fevereiro deste ano, o ator Eric Dane, conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan na série Grey's Anatomy, também morreu por um quadro da doença.

Em abril do ano passado, Eric revelou à revista People que havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa que compromete o sistema nervoso e provoca paralisia motora progressiva. “ELA é uma doença terrível”, afirmou à época.

Com a evolução do quadro, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, se alimentar, caminhar e respirar de forma independente. Embora não haja cura, há medicamentos capazes de retardar a progressão da doença.

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Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.