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O que é o linfoma não Hodgkin, câncer enfrentado pelo cantor Netinho

Doença que afeta o sistema linfático pode atingir pessoas de diferentes idades e tem mais de 20 tipos; tratamento varia conforme o caso

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Serginho Groisman e Netinho • Globo/Zé Paulo Cardeal

 

Morreu nesta terça-feira (13) o cantor Netinho, aos 60 anos, após enfrentar um Linfoma não Hodgkin, câncer que afeta as células do sistema linfático. Dono do clássico hit "Milla", o anúncio da morte foi feito por meio das redes sociais.

Netinho passava por tratamento em um hospital em Salvador. O artista fazia o tratamento contra o câncer há mais de um ano. Mas, afinal, o que é Linfoma não Hodgkin? Trata-se de um câncer que se espalha de maneira não ordenada no sistema linfático, que faz parte do sistema imunológico e ajuda o corpo a combater doenças. Como o tecido linfático está presente em todo o corpo, o linfoma pode começar em qualquer lugar, o que dificulta bastante o diagnóstico.

O artista foi internado em 22 de março de 2025, após sentir fortes dores nas pernas. Em suas redes, ele mostrou as etapas do tratamento.

Famosos como Jorge Aragão, Edson Celulari, Reynaldo Gianecchini, Glória Perez, Jane Fonda, Caio Ribeiro e a ex-presidente Dilma Rousseff já tiveram a doença diagnosticada.

Quais os sintomas do linfoma não-Hodgkin

O linfoma não-Hodgkin, que tem mais de 20 tipos diferentes catalogados, pode atingir crianças, adolescentes e adultos, mas é mais frequente em idosos.

Linfoma não-Hodgkin tem cura?

Os principais tratamentos para o linfoma não Hodgkin são a quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea. As chances de cura são de cerca de 70%, segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale).

Qual a diferença do linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin?

Os linfomas de Hodgkin e não Hodgkin têm sintomas parecidos, mas a principal diferença está no tipo de células encontradas no tumor. Por isso, só é possível fazer a diferenciação após uma biópsia.

Além disso, o linfoma de Hodgkin possui um índice de cura maior a partir da quimioterapia. Normalmente, o paciente possui chances maiores de apresentar bons resultados com o primeiro tratamento do linfoma de Hodgkin.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

 

 

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