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Miss Brasil 2025: Eduarda Braum usa traje típico com mais de 15 mil cristais inspirado no beija-flor

Eduarda Braum é a grande favorita ao título de Miss Supranational 2025, único concurso do ‘Grand Slam’ que o Brasil não tem coroa

Eduarda Braum, Miss Supranational Brasil 2025

A capixaba Eduarda Braum brilhou ao desfilar com um traje típico intitulado “O Beija-Flor” em mais uma etapa do Miss Supranational 2025. A Miss Brasil é a grande favorita ao título, que o país nunca venceu em mais de 16 anos de concurso.

O desfile ocorreu nessa quarta-feira (25) na Polônia, onde será a final do concurso amanhã (27). Nas redes sociais, o CNB (Concurso Nacional de Beleza) - empresa responsável pela franquia no país - explicou o traje escolhido.

“Delicado e poderoso como a ave que o inspira, o traje típico de Eduarda Braum homenageia o beija-flor, símbolo do Espírito Santo desde 1984", pontua a organização.

O traje é assinado pelo artista capixaba Douglas Locatelli, que confeccionou a peça com plumagens naturais em tons de verde e azul e a bordou com mais de 15 mil cristais austríacos, que foram aplicados um a um. “Um tributo à natureza brasileira em sua forma mais luminosa”, destaca.

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Se vencer, Miss Brasil entra para a história

Eduarda Braum pode conquistar vários “títulos” inéditos para o Brasil se vencer o Miss Supranational 2025 nesta sexta-feira (27). A final será transmitida no canal oficial do concurso no Youtube a partir das 15h.

Além da primeira Miss Supranational brasileira, Eduarda pode ser a primeira capixaba a ter uma coroa internacional. Nas redes sociais, ela usou a bandeira da sua cidade natal, Afonso Cláudio, que exibirá a final em uma praça pública.

“Eu não estou aqui apenas representando o Brasil. Levo comigo Afonso Cláudio, a cidade onde nasci, cresci e recebo tanto amor e apoio. Vocês estão no meu coração em cada passo dessa jornada. O mundo vai conhecer o nome de Afonso Cláudio”, escreveu.

E, se não bastasse, Eduarda entra para o seleto grupo de países com todas as coroas em concursos do Grand Slam, ou seja, os maiores do mundo. Até então, o Brasil só não venceu o Miss Supranational.

Nos dois últimos anos, o país chegou perto da coroa quando a gaúcha Sancler Frantz ficou em terceiro lugar e a mineira Isadora Murta em quarto.

Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‘NaTelinha’ e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.