Mãe de Luana Piovani sai em defesa de Pedro Scooby após citação em processo
Surfista é réu em um caso movido por uma ex-funcionária do pai dele, que morreu em 2024; atleta afirma não ter tido contato com o pai desde os 15 anos e que não sabia de nenhum dos contratos

A mãe de Luana Piovani, Francis Piovani, defendeu o ex-marido da filha, Pedro Scooby, em meio ao envolvimento dele em um processo contra o espólio do pai. Nessa quinta-feira (8), ela comentou em uma publicação onde ele se pronunciava sobre o caso.
No Instagram, Pedro Scooby explicou que foi abandonado pelo pai aos 15 anos e que desde então só voltou a ter notícias dele depois do falecimento em 2024. “Nem depois que ele morreu tive acesso à herança dele, nem a nada dele. Inclusive, eu abri mão de ter herança dele pela relação que eu tinha com ele”, afirmou.
Nos comentários, a mãe de Luana confirmou a versão contada por Pedro Scooby e disse ser testemunha da falta de relação dele com o pai.
“Verdade! Sou testemunha disso tudo, trilhamos uma longa estrada juntos...”, escreveu ela.
Entenda o caso
O surfista Pedro Scooby teve o nome citado em uma ação movida por uma trabalhadora doméstica chamada Josilene, contra o pai do atleta, Alexandre Cosme Vianna, que morreu em 2024. Na ação que corre na Justiça do Rio de Janeiro, a mulher acusa o patriarca de tê-la contratado como "laranja".
Josilene afirma ter sido contratada por Alexandre para trabalhar em uma fazenda em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro. Lá, ela teria assinado um documento dado por ele, acreditando se tratar da oficialização do vínculo empregatício.
De acordo com o processo divulgado pelo Metrópoles, os documentos, na verdade, faziam parte de uma grande e complexa fraude empresarial criada por Alexandre, além de afirmar que a doméstica era tratada como “laranja” no esquema.
A situação só foi descoberta depois que Josilene sofreu um acidente vascular cerebral e precisou receber um auxílio do INSS por incapacidade temporária. Na época, ela “foi surpreendida com sucessivos bloqueios judiciais que zeraram seu saldo disponível”.
A defesa de Josilene “constatou a existência de diversas demandas cíveis e trabalhistas ajuizadas em seu desfavor”, com o valor total das execuções e cobranças ultrapassando o valor de R$ 1 milhão. O documento ainda cita cinco sociedades empresárias, sediadas em Barra do Piraí e Vassouras e operadas por Alexandre.
Agora, a defesa de Josilene pede que a Justiça reconheça que ela nunca foi sócia de fato das empresas, anule os documentos que a vinculam a elas, retire seu nome dos registros oficiais e impeça que ela seja responsabilizada pelas dívidas das empresas. Também pede R$ 10 mil por danos morais ao espólio de Alexandre e à Liber Contábil.
Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.



