Lula ou Flávio Bolsonaro? Campeã do BBB define voto no segundo turno
Munik Nunes revelou apoio a nomes do PL, rebateu críticas de feministas nos stories e celebrou a 'vitória gigantesca' de seus candidatos nas eleições

Munik Nunes, campeã do BBB 16, revelou os seus votos no primeiro turno e declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo. A influenciadora, que é ex-amiga de Ana Paula Renault, ainda rebateu críticos em vídeos postados nos stories.
"Tivemos uma vitória gigantesca. Eu votei no Pavanato para deputado, na Eduarda Campopiano, e eles ganharam. Senador Guilherme Derrite e André do Prado... ganharam. O governador Tarcísio ganhou e Flávio Bolsonaro, que teve uma vitória no primeiro turno", disse.
Após ataques, Munik disparou: "As feministas chegaram aqui ao meu Instagram dizendo que tenho que perder todos os meus direitos de mulher, que tenho que voltar para a cozinha e, enfim, vocês não têm moral para me dizer nada. Até porque vocês votaram e continuam votando em deputados que são contra o aumento da pena para estupradores, vocês votaram e ainda continuam votando em deputados que são contra acabar com as saidinhas."
Em seguida, ela celebrou o engajamento no seu perfil e concordou com um seguidor que afirmou que fizeram uma "varredura" na política após a vitória do PL. "Por isso, eu falei que nós tivemos uma grande vitória no domingo", respondeu.
Andressa Urach declara voto em Lula
Por outro lado, Andressa Urach usou as redes sociais na madrugada desta quarta-feira (7) para revelar que pretende votar em Lula (PT) no segundo turno.
Em vídeo publicado, Andressa declarou: "Você sabia que no governo Lula foi criada uma Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, com medidas de enfrentamento à discriminação e de proteção da cidadania dessa população? Então, antes de alguém vir discutir comigo por ideologia, vamos discutir fatos e propostas."
"Eu não quero saber quem você ama, como você se veste ou como você se identifica. Quero saber se você tem o direito de viver, trabalhar, formar sua família e andar na rua sem medo. Eu não quero um Brasil que transforme pessoas LGBTQIA+ em inimigos políticos ou pauta de guerra cultural", seguiu.
"Direitos humanos não são de esquerda nem de direita, são de direitos. E eu já escolhi de que lado dessa história eu quero estar no segundo turno. E o meu voto é do Lula. E eu não estou a falar de esquerda contra direita, estou a falar de direitos, dignidade e liberdade", completou Andressa.
Na legenda do vídeo, ela explicou que optou por Lula, não por se considerar de esquerda, mas por defender que a política "não pode ser construída transformando diferenças em inimigos."
"Meu apoio não significa acreditar que Lula seja perfeito. Nenhum político é. Significa olhar para os projetos que disputam o futuro do país e decidir qual deles está mais próximo dos valores que eu defendo", acrescentou.
Andressa disse, ainda, ter ciência de que poderá perder seguidores com o posicionamento.
Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.



