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Lady Gaga não irá pagar quantia milionária por cães sequestrados; entenda

Justiça de Los Angeles decidiu que artista não precisará pagar R$ 2 milhões de recompensa pela devolução de seus buldogues franceses 

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Lady Gaga não terá que pagar dívida milionária de recompensa pela devolução de seus buldogues franceses sequestrados
Show da cantora norte-americana acontecerá no próximo sábado (3) em Copacabana, no Rio de Janeiro • Reprodução | Redes Sociais

A cantora Lady Gaga não precisará pagar US$ 500 mil, aproximadamente R$ 2 milhões, para Jennifer McBride como recompensa pela devolução dos dois buldogues franceses, Koji e Gustav, da artista - sequestrados em 2021. A decisão da Justiça de Los Angeles entendeu que, apesar da cantora ter prometido a recompensa, a mulher que devolveu os animais agiu de má-fé.

Jennifer McBride entrou com um processo contra a cantora em fevereiro deste ano buscando o valor prometido por Gaga. A juíza Holly J. Fujie, entendeu que as alegações da requerente eram insuficientes porque McBride teve relação com o sequestro dos animais. Na ocasião, Ryan Fischer, o passeador de cães que estava com três animais da cantora, Koji, Gustav e Asia, foi baleado e ficou gravemente ferido.

O crime aconteceu no dia 24 de fevereiro de 2021. Ryan Fischer andava com os três animais quando foi abordado por James Howard Jackson e por Harold White, enteado de McBride, que ao roubarem os animais bateram e estrangularam o passeador de cães e, depois, atiraram nele.

McBride foi julgada por ser cúmplice do crime ao receber os animais e, por isso, não foi considerada apta para receber recompensa. “Embora a requerente alegue que sua motivação foi proteger os buldogues (e também arrecadar US$ 500 mil), essa suposta motivação não nega sua culpa da acusação porque ela admitiu ter recebido os buldogues sabendo que eram propriedade roubada”, diz a decisão.

Confira a publicação feita por Gaga na época:

(Sob supervisão de Maria Clara Lacerda)

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Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento