Fabiana Justus faz relato emocionante sobre tratamento de câncer: ‘É o amor que nos sustenta’
Influenciadora foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda em 2024

Fabiana Justus emocionou os seus seguidores neste sábado (2) ao compartilhar detalhes sobre a última sessão de quimioterapia, que encerrou um ciclo de tratamento contra a leucemia de mais de dois anos. A influenciadora publicou um vídeo nas redes sociais em que compara o início e o fim da intervenção terapêutica.
Nas imagens, feitas em janeiro de 2024 e atualmente, ela aparece segurando o filho caçula, Luigi (2), no colo. Segundo a herdeira, o propósito do vídeo é encorajar outras pessoas que estão passando por situações semelhantes a manterem a fé e a esperança, mesmo diante das dificuldades.
"Esse vídeo é para lembrar você, que está passando por momentos difíceis, que Deus tem um plano para todos nós. Não precisamos entender, mas temos que confiar. E que o amor é o que nos sustenta e nos dá forças no meio do caminho!", escreveu na legenda da publicação.
Assista o vídeo a seguir:
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Influenciadora enfrentou mais de dois anos de tratamento
Fabiana Justus enfrentou, nos últimos anos, um dos períodos mais delicados de sua vida após ser diagnosticada com leucemia mieloide aguda (LMA), um tipo agressivo de câncer que afeta as células do sangue e da medula óssea.
O diagnóstico foi revelado em janeiro de 2024, depois que Fabiana procurou atendimento médico devido a sintomas persistentes, como febre, dores no corpo e cansaço intenso. A partir daí, iniciou um tratamento intensivo, que incluiu sessões de quimioterapia e um transplante de medula óssea.
Ao longo do processo, Fabiana compartilhou parte da rotina de tratamento e recuperação nas redes sociais, relatando desafios físicos e emocionais enfrentados durante a luta contra a doença.
Ainda em 2024, exames apontaram remissão da leucemia, o que significa uma ausência de sinais detectáveis da doença. Desde então, ela passou por tratamentos de manutenção e monitoramento médico, considerada fundamental para reduzir riscos de recaída e acompanhar a resposta do organismo após o transplante.
Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atuou na Rádio UFMG Educativa e em empresas de marketing, com experiência em produção de conteúdo, SEO e redação Atualmente, escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



