Esposa de Juliano Cazarré fala sobre ex-babá que a processou: 'Portas fechadas'
Letícia Cazarré tocou no assunto ao responder uma caixinha de perguntas nas redes sociais

Letícia Cazarré, esposa de Juliano Cazarré, voltou a falar sobre a ex-funcionária que moveu uma ação trabalhista contra ela e o marido. Em uma caixinha de perguntas aberta nas redes sociais, a empresária foi questionada se é uma "boa patroa".
"Tenho funcionários há 16 anos e é a primeira vez que alguém sai sem se sentir grato e deixando as portas fechadas. A pergunta também poderia ser: todo funcionário é automaticamente bom?", rebateu Letícia.
A ex-funcionária alega ter cumprido até 14 horas de trabalho diárias e que era contatada durante a madrugada para cuidar dos filhos do casal. Além disso, afirmou ter recebido parte do salário sem registro na carteira e sofrido assédio moral.
Ela também declarou ter sido impedida de procurar atendimento médico depois de uma reação alérgica, e que foi demitida após cobrar direitos trabalhistas.
Juliano Cazarré rebate ex-funcionária
Em um vídeo publicado nas redes sociais na última sexta-feira (26), Juliano Cazarré explicou que a ex-babá foi "bem recomendada" e pediu salário de R$ 5,5 mil. "A gente aceitou pagar. Ela mora longe do Rio de Janeiro, então não poderia ir e voltar todos os dias, e o que ficou acordado com ela é de que ela trabalharia lá em casa de segunda a quinta-feira", iniciou.
Segundo Cazarré, a ex-babá ficava quatro dias em sua casa e três na dela. "A gente assinou a carteira dela com os R$ 5,5 mil que ela pediu. Só que, quando chegou o primeiro contracheque dela, ela olhou, e a gente tem até a mensagem, viu os descontos e falou: 'Não, não dá. É muito imposto [...] Vocês têm que me demitir, pagar meu salário por fora não sei quantos meses para poder me recontratar... me contratar de novo pagando menos para ter menos desconto e pagando o resto por fora'", seguiu. Cazarré declarou que não gostaria de ter feito algo ilegal, mas que não queria perder a funcionária.
Além disso, o ator disse que a funcionária dormia em um quarto fora da casa e nunca foi acionada de madrugada. Cazarré afirmou, ainda, que ela tinha 2 horas de almoço e só cuidava do Estevão, de 2 anos.
Sobre o atendimento médico, a ex-funcionária foi liberada para procurar ajuda, no entanto, no mesmo dia enviou mensagens desencontradas. "Ela já tinha saído outras vezes por questões de saúde, não trazia atestado e falava que podia descontar [o dia de trabalho], e a gente não descontava", disse ele, que contou que Letícia ofereceu pagar uma dentista para ela. Porém, a ex-funcionária não foi à profissional.
"Isso foi o suficiente. A Letícia falou que ela não precisava mais voltar. Isso acontecia várias vezes [...] Às vezes atrasava, ela pediu várias coisas... Não trabalhava quando era Carnaval, fim de ano. Pediu adiantamento de férias, ar-condicionado no quarto", comentou Cazarré, que negou ter sido ríspido com ela.
Além de Estevão, Cazarré e Letícia são pais de Vicente, de 16 anos, Inácio, de 14, Gaspar, de 7, Maria Madalena, de 5, e Maria Guilhermina, de 4. O processo segue em tramitação na Justiça do Trabalho.
Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.



