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Ed Motta manda recado a nordestinos após acusações de xenofobia

Cantor foi flagrado utilizando falas referentes à naturalidade em tom ofensivo contra garçom

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Ed Motta pede desculpas a seguidores nordestinos
Ed Motta pede desculpas a seguidores nordestinos • Reprodução | Redes Sociais

O cantor e compositor Ed Motta mandou um recado ao público nordestino após ser acusado de disferir falas homofóbicas contra um garçom durante uma confusão em um restaurante no Rio De Janeiro.

Através das redes sociais, Ed publicou um vídeo se retratando com os fãs após se tornar alvo de investigação por preconceito contra funcionários do local.

Na publicação feita nas redes sociais, o artista aparece tocando piano e interpretando a música 'Coleção', de Genival Cassiano.

“Meu pedido de desculpas, meu pedido de perdão ao povo do Nordeste brasileiro, principalmente da Paraíba”, declarou ele após cantar um trecho da canção.

Ed continuou: “Venho através da música, da arte, do brilhante Genival Cassiano, paraibano, compositor, cantor, que influencia minha obra desde o começo”, disse.

Ed Motta é investigado por falas preconceituosas

O cantor Ed Motta está sendo investigado por injúria por preconceito. Segundo relatos, Ed teria chamado um funcionário de “paraíba” durante a discussão. O trabalhador afirma ter sido vítima de xenofobia.

O crime prevê pena de um a três anos de reclusão. A investigação também apura uma suposta agressão física contra um cliente da mesa ao lado. Nesse caso, o artista é tratado como testemunha.

Um vídeo que circula na internet mostra o artista arremessando uma cadeira em direção ao chão durante a confusão no restaurante Grado, onde ele afirmou ser cliente há anos.

Testemunhas que presenciaram a situação afirmaram que tudo teria sido motivado por uma “taxa de rolha”. Após o ocorrido, o artista se pronunciou e admitiu ter se exaltado no momento.

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Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.