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Caso Liam Payne: segundo acusado de fornecer drogas ao cantor se entrega na Argentina

Astro do One Direction morreu aos 31 anos, em Buenos Aires, na Argentina, em 16 de outubro de 2024

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Caso Liam Payne: segundo acusado de fornecer drogas ao cantor se entrega na Argentina • MALTE OSSOWSKI/SVEN SIMON/dpa Picture-Alliance via AFP | Reprodução

O segundo dos dois processados por fornecimento de drogas ao cantor britânico Liam Payne antes de sua morte em um hotel em Buenos Aires se entregou na segunda-feira às autoridades, informou uma fonte policial nesta terça (7).

“O jovem de 21 anos se apresentou no Departamento de Polícia, em Barracas [ao sul de Buenos Aires], depois que seu advogado informou que seu cliente se colocaria à disposição”, disse a fonte à AFP.

O detido, identificado como David Ezequiel Pereyra, era um funcionário do hotel CasaSur no qual o ex-integrante da banda One Direction morreu em 16 de outubro, ao cair da sacada de seu quarto no terceiro andar.

Tal como Braian Paiz, o ex-garçom de 24 anos detido na última sexta-feira, Pereyra é acusado de “ter entregado cocaína mediante pagamento” ao artista.

De acordo com um comunicado da Promotoria de 30 de dezembro, a juíza Laura Bruniard justificou o processamento do ex-garçom ao considerar provado que ele “recebeu da vítima 100 dólares [R$ 607, na cotação atual] em troca de que lhe comprasse drogas e que, em outra ocasião, o músico britânico enviou um carro para sua casa […] para que ele lhe trouxesse mais entorpecentes”.

[read_too_auto query_format="category" posts_limit="3" posts_origin="entretenimento" title="Leia também"][/read_too_auto]Além da prisão de Paiz e Pereyra pelo crime de fornecimento de entorpecentes, a juíza aceitou denúncias contra outras três pessoas, sem prisão preventiva, por homicídio culposo.

Na Argentina, o processamento é uma resolução do juiz na qual ele estima que o denunciado pode ser responsável pelo crime do qual é acusado.

Segundo a Promotoria, os outros três processados são o representante argentino do artista, a gerente do hotel e o chefe de recepção do mesmo, aos quais impôs um sequestro de bens de 50 milhões de pesos (R$ 293,2 mil, na cotação atual).

No momento de sua morte, o músico havia consumido álcool, cocaína e um antidepressivo. De acordo com os resultados da autópsia, ele morreu por “traumatismos múltiplos” e “hemorragia interna e externa”.

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