BBB 24: Giovanna Pitel recupera fake sobre Yasmin traficar mulheres; entenda
Durante a conversa, Fernanda admitiu ter sugerido o nome da modelo no Paredão por causa da quantidade de 'haters' que ela tem

Fernanda comentou em conversa com a aliada Giovanna Pitel nesta quarta-feira (10) que não viu nada bom sobre Yasmin Brunet ao pesquisar sobre famosos que poderiam estar no BBB 24. Segundo a confeitaria, ela não viu nenhum elogio sobre a modelo e que muitos, inclusive, estavam “malhando” ela com “fofoca pesada.”
Pitel então traz uma fake news sobre a filha de Luiza Brunet à tona. "Nego falando que ela trafica mulheres." Logo, a confeiteira questiona: "Ela trafica mulheres? Ela não quer me traficar, não? [risos]”.
"Ela [Yasmin Brunet] disse que a pior coisa que aconteceu [na vida dela] foi eles [os haters] terem acusado ela de traficar mulheres, que ela tinha um esquema internacional de tráfico de mulheres", afirma Pitel.
"Que papo maluco é esse?", pergunta Fernanda. "É coisa de novela. Ela falou em uma live para ajudar a menina, porque a menina estava pedindo ajuda para sair do país e tal. [A Yasmin disse:] 'Fala comigo, que eu vou te ajudar'. Só que a mulher que estava sequestrando [a menina], não gosta dela. Ela [Yasmin] não conhece a mulher, e a mulher odeia ela, odeia mesmo, odeia. Ela [a suposta traficante] disse que a Yasmin imita ela em tudo, e que a Yasmin era realmente traficante de mulheres", acrescentou Pitel.
A assistente social disse ainda que toda a internet acreditou na história, que é falsa. "A mãe da Yasmin [Luiza Brunet] é muito ativa na luta pelos direitos das mulheres, por causa de violência e tal, então faz muito sentido [para a narrativa], fez muito sentido para a internet, a mãe dela ter uma empresa de fachada, em defesa das mulheres e por baixo do pano ela está traficando mulheres", completou.
“Nem imagino uma coisa dessa. Bizarro”, refletiu Fernanda. A confeiteira falou ainda sobre ter incentivado Maycon a votar na modelo e admite ter feito isso por causa dos “haters” que ela têm fora da casa. “Eu devo estar tendo haters agora, é bem menos que o que ela já constrói, esse foi meu pensamento”, afirma.
Relembre
Em 2022, Yasmin Brunet foi vítima de falsa acusação de crime por parte de Letícia Maia, uma das seguidores de Kat Torres. À época, ela disse que foi sequestrada pela modelo que estaria, inclusive, envolvida em um esquema de tráfico humano.
Em novembro daquele ano, Yasmin compareceu à 4ª Delegacia de Crimes Cibernéticos, em São Paulo, e registrou boletim de ocorrência. “Vou fazer questão de mostrar para elas que na internet existem, sim, leis que precisam ser seguidas, e que isso não é uma brincadeira que você faz com alguém. Esse tipo de acusação seríssima não é uma brincadeira que você faz com alguém”, comentou à época.
O nome de Yasmin foi envolvido na história após ela tentar ajudar. Naquele dia, ela pediu que Letícia falasse onde estava, já que a suspeita era de que ela estava sendo mantida em cativeiro por Kat. No entanto, ela recusou. Pouco depois, Kat ameaçou a modelo dizendo que lançaria maldições contra ela.
Em outro vídeo, Letícia disse que foi “traficada e sequestrada” não pela Kat, mas por Yasmin. Na ocasião, ela afirmou que conseguiu fugir do cativeiro, mas que Desirrê Freitas ainda estava nele.
O trio chegou a ser detido em novembro de 2022, nos Estados Unidos (EUA). Ao O Globo, Desirrê, que já estava no Brasil, pediu desculpas por causa das histórias inventadas e disse que tudo foi feito a mando de Kat para “mudar o foco” das investigações.
Atualmente, Kat segue em prisão preventiva no Brasil.
Quem é Kat?
Kat atuava como uma falsa guru espiritual de uma seita que tinha, entre as promessas, dinheiro e sucesso processo profissional. O trabalho envolvia feitiços, hipnose e consumo de chá alucinógeno.
Após investigações do Ministério Público Federal (MPF), foi descoberto que Letícia e Desirrê estavam envolvidas nesta seita para esconder um suposto esquema de tráfico internacional de pessoas e exploração sexual. À época, a dupla alegou que tudo foi feito a mando de Kat.
A história, inclusive, virou podcast assinado pelo jornalista Chico Felitti, do sucesso "A Mulher da Casa Abandonada". Lançado em setembro do ano passado, o conteúdo se chama "A Coach".
Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.
