Aos 72 anos, Jackie Chan revela por que ainda dispensa dublês em cenas de ação
Ator de Hollywood explicou sobre questões que o faz atuar mesmo em cenas 'mais complicadas'

O ator Chan Kong-sang, mais conhecido como Jackie Chan, revelou que, mesmo aos 72 anos, ainda dispensa dublês para cenas de ação gravadas nos filmes.
Após mais de seis décadas enfrentando cenas complicadas conhecidas mundialmente na indústria cinematográfica, o ator explicou que não pretende abondar as 'acrobacias' tão cedo.
Em entrevista à revista Haute Living, o protagonista da franquia 'Karatê Kid', contou melhor o sentimento em fazer cenas de ação, mesmo estando mais velho.
"É claro que eu sempre faço minhas próprias acrobacias. Isso é quem eu sou. Isso não vai mudar até o dia em que eu me aposentar, o que nunca vai acontecer! E, sendo sincero, depois de fazer isso por 64 anos seguidos", iniciou.
Em seguida, o ator contou ainda sobre os preparativos para as cenas - ou melhor, a inexistência deles. "Não existe mais preparação física. Está tudo no coração, na alma, é memória muscular.", completou.
Jackie Chan estará novamente em franquia de sucesso
O ator Jackie Chan vai retornar aos cinemas para gravar o quarto filme da franquia de ação "A Armadura de Deus". Aos 72 anos, o artista vai protagonizar Armour of God IV: Ultimatum, que tem filmagens agendadas para começar em julho deste ano no Cazaquistão e no Azerbaijão.
A previsão de estreia nos cinemas mundiais é para o segundo trimestre de 2027. A produção do filme é de responsabilidade da Salem Entertainment, uma empresa do Cazaquistão.
Robert Kun, profissional com experiência em filmes de ação na região, substitui o próprio Jackie Chan na direção do projeto. A trama foca na busca por um artefato chamado "Tumar", com valor estimado em mais de 20 milhões de dólares.
Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.



