Anitta quebra silêncio sobre condenação de Rodrigo Branco: 'Não tem discussão'
Amiga do empresário, cantora brasileira se pronunciou pela primeira vez após condenação por racismo

Amiga de Rodrigo Branco, a cantora Anitta quebrou o silêncio e comentou pela primeira vez sobre a condenação do empresário por racismo contra a campeã do BBB 20, Thelma Assis.
Nesta quinta-feira (25), a artista usou as redes sociais para se pronunciar sobre o caso e esclarecer aos seguidores - que cobraram um posicionamento dela após a condenação.
Branco foi condenado a pagar uma indenização de R$ 40 mil, além dos juros e correção monetária, a médica por danos morais, em decorrência de comentários racistas, feitos em 2020, quando ela participava do Big Brother Brasil, da TV Globo.
“Racismo é crime. Quem comete é racista e deve lidar com as consequência de seus atos assim como Rodrigo Branco e tantas outras pessoas famosas, influentes e anônimas que cometeram ou cometem esse crime”, iniciou Anitta.
Em seguida, ela explicou que não defenderia a ação de Rodrigo apenas por ter uma relação de amizade com o empresário.
Veja o posicionamento de Anitta:

Entenda a condenação de Rodrigo Branco
Em 2020, quando Thelma estava confinada no BBB 20, o empresário, que vive nos Estados Unidos e tem conexões próximas com celebridades brasileiras com casa em Orlando, proferiu falas de cunho racista em uma transmissão ao vivo.
Rodrigo participava de uma live com a influenciadora Ju de Paulla quando disse que torcer por Thelminha era "racismo". O influenciador disse ainda que a torcida da sister só existia "porque ela é negra, coitada".
Na ocasião, Rodrigo ainda citou a jornalista Maju Coutinho de forma também racista. "Ela é péssima, ela é horrível. Ela fala tudo errado. Eu assisti hoje, ela só está lá por causa da cor. Qual carreira ela tem?", disse.
Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.



