Ana Maria Braga recebe tributo no Troféu Imprensa 2026
Apresentadora foi premiada em reconhecimento à sua carreira na televisão brasileira

Ana Maria Braga recebeu um tributo durante o Troféu Imprensa 2026, exibido neste domingo (26), em reconhecimento à sua longa trajetória na televisão brasileira.
Durante a cerimônia, Patricia Abravanel destacou que o troféu “Pela Sua História” era uma homenagem à carreira inspiradora da apresentadora. “Você vai receber, pela sua carreira brilhante, pela mulher forte, pela mulher inspiradora que você é, pela mulher que faz parte da vida de todos os brasileiros”, disse.
Ana Maria se emocionou ao receber a honraria, relembrando seu início na televisão e a relação com a profissão. “Quando eu comecei a trabalhar em televisão, eu nem tinha a pretensão de trabalhar em televisão [...] de repente, a televisão caiu na minha vida como um presente de Deus e eu me apaixonei por ela. E eu nunca mais deixei de fazer televisão”, afirmou.
“Faz parte dos meus sonhos, faz parte do meu futuro, meu presente, meu passado. E eu não me vejo sem ela. E eu fico me sentindo muito completa nessa altura da minha vida de poder ter uma recepção e um reconhecimento por um trabalho que vocês sabem que o diário é árduo”, completou.
Ela também comentou sobre os desafios de se manter no ar diariamente diante das mudanças causadas pela tecnologia. “Como a tecnologia entrou muito forte na vida de todos nós, uma das grandes preocupações foi a gente estudar isso e saber como a gente podia bater no coração do jovem também”, afirmou. “Quem faz programa diário sabe a dificuldade que é. Amanhã tem mais um leão para matar, porque a gente mata um leão por dia”, continuou.
“Às vezes a gente fica dentro da televisão no olho do furacão, mas você não tem ideia do seu tamanho, da sua importância, do amor que as pessoas têm por você. É algo impressionante”, encerrou Celso Portiolli.
Troféu Imprensa
O Troféu Imprensa surgiu em 1958, idealizado pelo jornalista Plácido Manaia Nunes (1934–2007). Na época, a escolha dos vencedores era feita em reuniões com profissionais de grandes veículos, no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, e os resultados eram divulgados apenas nos jornais, sem a entrega de estatuetas.
Em 1970, Plácido transferiu os direitos da premiação ao apresentador Silvio Santos, que reformulou o evento, criou a tradicional estatueta inspirada no Oscar e modernizou o formato da cerimônia.
Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



